sexta-feira, 29 de outubro de 2010

AUTOMOTIVO - O que conta é a marca

Estudo de caso mostra que a imagem da marca é o fator mais significativo para induzir a recompra de um carro. Mais que a qualidade do produto em si ou o serviço prestado nas concessionárias da montadora.


Mesmo antes de a crise financeira global mostrar suas garras e fragilizar alguns setores de atividade mais do que outros, particularmente o setor automobilístico, este já vinha sofrendo com a concorrência ferrenha.

Com os consumidores tendo cada vez mais acesso a notícias como a de que carros de US$ 2,5 mil foram lançados na Índia, o que pode lhes criar expectativas difíceis de atender, as montadoras disputam cada espaço do mercado e cada cliente com voracidade.

Foi tal cenário de competitividade que motivou o estudo. O objetivo era de entender e sistematizar a relação entre a recompra, a imagem da marca, os serviços e o produto, para o cliente que adquiriu um automóvel de determinada marca. Pretendíamos responder a uma pergunta basicamente:

Qual é a influência do produto em si, da imagem da marca e dos serviços prestados no pós-vendas, na recompra do cliente na indústria automobilística?

Para tanto, realizamos, em 2005, um estudo de caso em uma montadora automobilística, cujo nome não é revelado a seu pedido, chamada aqui de “Empresa pesquisada”. Trata-se de uma organização multinacional que está presente na Europa, América Latina e Ásia com plantas de fabricação de automóveis e nos Estados Unidos com fabricação de máquinas pesadas.

Faz parte de um grande grupo que possui, além do negócio de automóveis, máquinas agrícolas e de movimentação de terra, também atua na fabricação de caminhões e se localiza na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A empresa opera com uma estrutura central de pós-vendas apoiada por escritórios regionais, distribuídos pelo Brasil, que complementam a estrutura central e dão suporte a toda a rede de concessionárias, com visitas periódicas às mesmas. Cada escritório conta com uma estrutura de vendas e uma de pós-vendas.
A rede é composta por concessionárias que cobrem 100% do território brasileiro, contando em todas elas com uma estrutura de vendas e de pós-vendas.

As concessionárias basicamente estão estruturadas com as seguintes áreas:
1) vendas de veículos novos;
2) vendas de veículos usados;
3) assistência técnica (contando com duas oficinas: uma de funilaria e pintura e outra para reparos mecânicos);
4) área de peças de reposição;
5) área administrativa.

Essa montadora possui atualmente mais de 350 pontos de venda distribuídos por todo o território nacional. Esses pontos são fomentados pela empresa de informações, dados e treinamentos para auxiliar o distribuidor no crescimento de seu negócio e na perpetuação e penetração da marca da Empresa pesquisada.

Importante: pesquisas internas da Empresa pesquisada apontam que o consumidor brasileiro permanece, em média, 3 anos e 10 meses com um carro antes de pensar em trocá-lo.

Sobretudo, a imagem do fabricante

Sem entrar no detalhamento técnico das análises de regressão realizadas, encontramos evidências amostrais de que, tanto para os respondentes que já realizaram algum tipo de serviço nas concessionárias quanto para os que não o fizeram, a imagem da fabricante (marca) é o que mais explica a intenção de recompra de um carro zero-quilômetro da marca pesquisada.
Para os que já realizaram algum serviço nas concessionárias, inclusive, os serviços pouco influenciam na intenção de recompra.
Ainda foi observado que as dimensões “produto”, “imagem” e “serviço” pouco influenciam a intenção de troca do produto ou dos serviços, caso esses apresentem problemas.

Isso posto, algumas contribuições podem ser evidenciadas para a gestão de clientes nesse setor:

1. É preciso investir ainda mais esforços na formação de comprometimento
dos consumidores com as marcas, a fim de garantir sua lealdade – e não uma recompra por inércia. Maior grau de comprometimento com produtos e serviços pode ser construído por meio de diferentes formas de comunicação e relacionamento.
2. É desejável intensificar o envolvimento sentido pelo consumidor em relação aos produtos. As diferentes classes de produtos geram graus maiores ou menores de envolvimento, independentemente de se tratar de um produto popular ou de luxo, e isso pode ser maximizado.

Saiba mais sobre a metodologia da pesquisa

Este estudo de caso se apoiou em uma abordagem quantitativa, que partiu da distribuição de 2 mil questionários. A coleta de dados primários foi realizada com proprietários de automóveis produzidos pela Empresa pesquisada e se deu por meio da técnica amostral aleatória probabilística.

Foram selecionados proprietários de automóveis que se encaixam no perfil escolhido:

a) Pessoas físicas, homens e mulheres, que adquiriram automóveis zero quilômetro, em Belo Horizonte, produzidos pela Empresa pesquisada no ano de 2005.
b) Clientes que já haviam comprado veículos da marca pesquisada anteriormente e, portanto, estavam recomprando a marca.

Esse perfil foi escolhido por se tratar de uma amostra disponibilizada pela Empresa pesquisada. Além disso, foi solicitado banco de “recompra” para analisar os motivos de recompra dessa amostra. A coleta de dados foi feita por meio de um questionário estruturado com perguntas fechadas, abrangendo questões referentes à caracterização dos proprietários e aos indicadores relacionados às variáveis e aos construtos envolvidos no estudo. O banco de dados obtido para a realização da pesquisa foi disponibilizado pela empresa pesquisada. Foi fornecida uma listagem com 2 mil nomes e telefones de indivíduos, que se encaixavam no perfil pesquisado.

A amostra calculada para esse estudo foi de 232 questionários respondidos. Em média, para cada 20 contatos, conseguiu-se um questionário respondido, o que, no fim do levantamento dos dados, selecionaram-se 103 questionários respondidos e passíveis de análises. A partir desse número, o cálculo da margem de erro foi de 7,8%. Utilizou-se no instrumento de mensuração uma escala tipo Likert de sete pontos, sendo que a nota 1 representava a afirmação “discordo totalmente” e o ponto 7 a afirmação “concordo totalmente”.

Para atender ao principal objetivo da pesquisa, as metodologias estatísticas utilizadas foram:

1) Análise das frequências das respostas para todas as questões do questionário.
2) Análise fatorial.
3) Cálculo do Alpha de Cronbach para cada fator.
4) Estatística descritiva dos fatores.
5) Correlação de Spearman (não paramétrica).
6) Regressão linear simples, com etapa de ajuste.


Henrique Cordeiro Martins, professor do mestrado profissional em administração da FEAD Minas e orientador de executivos na elaboração do projeto de final de curso do MBA da Fundação Dom Cabral.
Doutor em administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com estágio na Birmingham School, da Inglaterra, Martins é mestre em engenharia de produção pela UFMG, bacharel em administração e em ciências pelos Centros Universitários Newton Paiva e Izabela Hendrix, e tem MBA Executivo em finanças e mercado de capitais pelo Ibmec. Possui 19 anos de experiência profissional nos setores financeiro e de telecomunicações –só na Telemig/Telemar, atuou de 1997 a 2001, exercendo, entre outras, a função de consultor de avaliação de desempenho empresarial.
Patrícia Rodrigues Pessoa é pesquisadora da FEAD Minas.


FONTE: HSM Management Update nº 63 - Janeiro 2009

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Coloque um tubarão no seu tanque

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. 
Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. 
Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos.
 
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
 
Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros.
 
Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”.
 
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.
 
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
 
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado (a) maravilhoso, começam com sucesso em uma empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja elas podem perder as suas paixões.
 
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam.
 
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”.
 
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.
 
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!
 
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.
 
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os.
Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista.
 
Reorganize-se! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
 
Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
 
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença. “Então, coloque um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”.

Autoconhecimento

Quem conhece os outros, é inteligente.

Quem conhece a si mesmo, é iluminado.

Quem vence os outros, é forte.

Quem vence a si mesmo, é invencível.

Conhece-te a ti mesmo.

Lao Tsé (criador do Taoísmo)

Pensamentos avulsos...

Na natureza, nada se cria. Tudo se transforma.

Na natureza não há prêmios ou castigos. Só consequências.

O acaso tem leis que ainda não conhecemos. (Albert Einstein, simplesmente gênio)

Perdas e Ganhos

Só se nasce para o novo quando morremos para o velho.

Em todo ganho uma perda, em cada perda um ganho.

Primeiro DDD - Dose Doce do Dia

"O amor, para ser verdadeiro, tem de doer.
Não basta dar o supérfluo a quem necessita.
É preciso dar até que isso nos machuque."

Madre Teresa
Prêmio Nobel da Paz

Qual flor combina com sua personalidade?


A chegada da primavera serve de inspiração para muitas pessoas que desejam utilizar flores para enfeitar a casa. Mas nem sempre as flores escolhidas combinam com a personalidade do morador ou da família. Por isso, na hora de escolher, saiba quais são as características das fllores que mais combinam com seu estilo e jeito de ser.
É possível que uma pessoa se identifique com mais de uma descrição sobre as flores. Nesse caso, indica a florista Teresa Marssola, o interessante seria fazer um teste. "Vá até uma floricultura e veja qual flor dentre as descritas para sua personalidade chamou mais a sua atenção e, considerando também o preço e as exigências de cultivo (caso você queira cultivá-la em vasos), decida por uma. Se não houver uma adaptação tente a outra opção, com certeza uma delas será ideal para você".
Confira nos links acima as sugestões dadas pela Cooperativa Veiling, de Holambra, e por Teresa Marssola e faça escolha da flor certa para você.
1)Românticos pedem rosas e violetas
Românticos: Essas pessoas têm uma personalidade mais discreta e não gostam de se fazer notar. São pessoas meigas, calmas e muito sonhadoras , por isso precisam aprender a lidar com a constante frustração. Costumam ser frágeis e, apesar de reservadas, não conseguem disfarçar seus sentimentos quando ficam magoadas. São muito emotivas e fazem de tudo pelas pessoas que gostam.
Flores que combinam:
Rosas: São clássicas, cultivadas desde a antiguidade, e combinam com pessoas românticas por seu formato delicado. As pessoas mais sonhadoras devem utilizar as amarelas para harmonizar os ambientes à sua volta. Já as mais meigas e doces devem recorrer às rosadas. E as mais calmas, devem preferir as rosas brancas.
Violetas: Assim como as pessoas românticas são flores mais reservadas, que não toleram a incidência de raios solares diretos e possuem cores discretas. É necessário adubá-las durante todo o ciclo de crescimento, o que revela, assim como os românticos, a necessidade de atenção.
2)Flores-do-campo e gérberas para os modernos
Modernos: Essas pessoas são consideradas muito práticas em tudo o que fazem, quando o assunto é a aparência, prezam por roupas confortáveis e que revelem seu estado de espírito, por isso ditam moda. Gostam de novidades, cores vivas e alegres.
Flores que combinam
Flores-do-campo: Sua principal característica, assim como a de pessoas modernas, é a combinação harmoniosa de cores e formatos. As flores-do-campo dão um ar alegre ao ambiente e são ideais para pessoas práticas por não exigirem muito cuidado e atenção em seu cultivo.
Gérberas: São flores relativamente grandes, com muitas pétalas e cores extremamente marcantes. Assim como as pessoas modernas são marcantes e não passam despercebidas em um ambiente.
3)Decididos se harmonizam com antúrios e bromélias
Decididos: São pessoas conhecidas por sua personalidade forte e marcante. Possuem muita determinação e segurança em tudo o que fazem e acreditam, por isso que são muito leais e confiáveis, mas nem sempre muito fáceis de lidar, é preciso ter um jeitinho certo de falar com as pessoas decididas.
Flores que combinam:
Antúrios: São plantas muito exigentes e assim como as pessoas decididas que não se satisfazem facilmente, são difíceis de agradar. Uma vez cultivados de maneira correta duram bastante tempo. São fortes e resistentes assim como as pessoas decididas que não demonstram chateação ou mágoa em hipótese alguma.
Bromélias: Apresentam uma impressionante resistência para sobreviver diante de qualquer adversidade, assim como as pessoas de personalidade decidida. Estas também costumam se destacar por suas características, como as bromélias, que possuem uma aparência muito excêntrica e é facilmente reconhecida em meio a outras plantas.
4)Orquídeas para os exigentes
Exigentes: Pessoas exigentes possuem gostos muito apurados. Valorizam detalhes e dão relevância para alguns aspectos que a maioria das pessoas não repara. São muito simpáticos e discretos e andam sempre muito bem arrumados, cuidando de detalhes como combinação de cores e tecidos.
Flor que combina
Orquídeas: Essas flores requerem um tratamento especial. É preciso valorizar cada etapa de seu cultivo para que elas cresçam. São ideais para pessoas exigentes, pois estas valorizam detalhes, e as pétalas da orquídea possuem variações mínimas de cores, mas que fazem toda a diferença em sua aparência final.
5)Pessoas radiantes: girassóis
Radiantes: São pessoas que possuem uma alegria de viver muito grande, e por isso estão sempre de bom humor. Isso não significa que a autoestima de pessoas com essa personalidade esteja sempre em alta, mas elas procuram não ligar para a opinião alheia e procuram motivações em seu cotidiano para sempre abrirem um sorriso.
Flor que combina
Girassóis: São flores que remetem a alegria, por seu formato e cor muito vibrantes. Estão diretamente ligadas aos dias ensolarados, já que seguem o sol em seu giro pelo céu, e dias de céu azul e sol deixam as pessoas radiantes ainda mais estimuladas.
6)Veja a flor ideal para as pessoas controladoras
Controladoras: Pessoas com essa personalidade gostam de estar no controle em todas as situações, sendo assim tem uma tendência a buscar a liderança, mas nem sempre conseguem por conquistarem muitos inimigos por onde passam. São pessoas sérias e que não possuem uma vida social muito ativa.
Flor que combina
Lágrimas de Cristo: Essas flores nascem de trepadeiras que agarram e sufocam qualquer superfície, assim como as pessoas controladoras. Elas gostam de dominar o espaço em que vivem e nada é considerado um obstáculo para o seu crescimento.
7)Impacientes pedem maria-sem-vergonha e amor-perfeito
Impacientes: Essas pessoas têm a pressa como lema de vida. Não gostam de esperar por resultados ou respostas e por isso são muito ativas, já que vão de encontro ao que querem. Não se preocupam muito com o que os outros pensam e têm fama de serem curtas e grossas.
Flores que combinam
Maria-sem-vergonha: Essa flor nasce facilmente em qualquer lugar, é uma das mais recomendadas para cultivo por dar flores ao longo de todo o ano. É ideal para pessoas impacientes que não gostam de esperar para obter seus resultados.
Amor-perfeito: São cultivadas ao longo do ano todo e por isso são indicadas para os impacientes. É uma planta rústica e que exige poucos cuidados, seu caule é curto, por isso é uma planta pequena, mas que causa grande efeito.

Outubro Rosa

Amigas,

No mês de outubro foi criado um movimento chamado Outubro Rosa com o intuito de aumentar a conscientização e visibilidade para o combate ao câncer de mama.

É uma coisa fácil de fazer e peço a vocês todas juntas que participem tornando este evento memorável.

No ano passado, a idéia era escrever a cor de seu sutiã no Facebook. Com esta iniciativa mulheres deixaram os homens curiosos por dias, enquanto cada mulher escreveu cores aparentemente aleatórias.

O jogo deste ano refere-se a sua bolsa. Tem que escrever o lugar onde vc deixa sua bolsa, ao chegar em casa, então "eu gosto ..." e depois o lugar. Por exemplo, "eu gosto no sofá" ou "Eu gosto da cadeira da cozinha" ou "eu gosto na mesa de jantar."

Devem, escrever a resposta na página principal do face (e não em resposta a esta mensagem) e enviar esta mensagem para as mulheres divertidas do seu facebook. O jogo de cores de sutiãs saiu até nos jornais da Europa, já que essa brincadeira começou lá! Procuramos fazer o mesmo com esta nova iniciativa aqui no Brasil e demonstrar como as mulheres são poderosas!

LEMBRE-SE - Escreva a resposta na página principal do seu face e não responda a esta mensagem. Copie isso e envie para quanto mais mulheres possiveis....

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Porque as mudanças nos assustam?

Por Arthur Shaker (arthurshak@ig.com.br)

Todos nós seres humanos queremos a felicidade, e lutamos para escapar do sofrimento. Temos projetos para nossa vida, compromissos com as nossas famílias, contas a pagar, sonhos a realizar. Tudo isso está dentro do mundo E este mundo vive atualmente um processo de grandes mudanças. E rápidas, e muito exigentes.

Os jornais falam em crises e obstáculos para suas superações. À todo momento a globalização redefine o mapa do mundo, dos investimentos, das megafusões. A cada redefinição, o temor da perda de emprego, do status, o rebaixamento de salário, incertezas sobre os novos esquemas e relacionamentos de trabalho. As inseguranças agitam e inquietam a mente humana. Ansiedade, tensão, estresse.

No vórtice desse processo, a mídia lança o imperativo que abrange também os trabalhadores de alta qualificação, executivos, gerentes: Atualizar-se, se informar, aprender novos métodos, novas tecnologias, estar ao par de tudo.

Mudanças aceleradas, pressões, novas mudanças. Ousar, ser criativo, eficiente. Mudanças, mudanças, mudanças, ou seremos postos à margem da vida social e econômica. O desafio está colocado.
Para examiná-lo, precisamos nos fazer algumas perguntas, cujas respostas nos ajudem a direcionar as ações que sejam propícias para suas soluções.

Quais são as mudanças que nos são exigidas? Em que áreas de nossa vida: profissional-financeira? Físico-afetiva? Familiar? Psíquica? E como fazê-las? Quais habilidades são exigidas a cada redefinição? Ainda mais: qual o limite de nossa capacidade humana de mudar nossos padrões nas várias áreas de nossa vida, e numa velocidade cada vez mais acelerada? Qual o custo físico e psíquico desse esforço? Todos suportam esse mesmo esforço exigido? E aqueles que não suportam, carregarão perante seus familiares, ambientes de trabalho e amizade, o estigma de “incapazes, lerdos, fracassados”? E o que é mais dramático, como se verão diante de si mesmos?

E por último: onde fica a nossa condição humana nisso tudo? Essa pergunta nos remete diretamente a outra mais sutil e profunda: o que somos nós seres humanos, quais são nossas necessidades? E esta pergunta nos remete a uma ainda mais profunda: qual o propósito, o significado do viver humano?

Há dois mil e quinhentos anos atrás, na Índia, o príncipe Sidhartha Gautama, aquele que se tornará o Buddha Shakyamuni, fez a si mesmo as mesmas perguntas: onde está a felicidade, de onde vem o sofrimento?
Dois milênios e meio se passaram. Hoje temos mais recursos materiais, maiores comodidades foram conquistadas pelo progresso tecnológico: aviões, automóveis, computadores, celulares, medicina, informação, aumento da expectativa de vida e muitas outras coisas úteis ao nosso conforto, recursos que aliviam em certa medida nosso sofrimento.

Com o avanço dos recursos materiais, poderíamos esperar que o ser humano trabalharia menos, e com isso ganharia mais tempo para seu lazer, sua vida familiar, sua vida criativa. Isto estaria acontecendo? Pois o que se ouve são queixas de que se têm cada vez menos tempo para o lazer, a vida familiar, a vida criativa, e que as pessoas se sentem inseguras, solitárias, com medo de perder o emprego, de se tornarem obsoletas, sob crescente pressão das mudanças para situações desconhecidas. Porque tantas notícias sobre o aumento da depressão, enfarte, divórcios, obesidade, colesterol?

Comecemos com o que nos é mais próximo: a funcionalidade que se espera que tenhamos em nossa área profissional, pois esta área gerencia nossa sobrevivência material.

A funcionalidade profissional é como um braço de um corpo. Sua função é prover nossas necessidades materiais básicas, mas não apenas isto: prover também o desenvolvimento de nossas habilidades, que se ligam ao nosso senso de auto-realização. Mas se entramos numa academia e passamos todo o tempo fortalecendo apenas nossos braços, o que acontecerá? Uma atrofia das outras partes do corpo, e o desequilíbrio geral.

Na analogia da funcionalidade dos membros de ume corpo, não é só um corpo físico que está em questão, mas nossa vida psíquica-emocional, os pulmões e cérebro deste corpo complexo que é ser humano. Como podemos, usando os desafios colocados para nossas atualizações profissionais, tomá-los como alavancas para refletirmos sobre nossos projetos e padrões condicionados com que direcionamos as ações de nossas vidas? Isso não nos ajudaria a traçar quais mudanças escolheremos, em que proporções, e quais teremos de aceitar por força das contingências?

Mas há um outro lado que nos envolve: não somos apenas aqueles que sofrem as mudanças. Somos co-responsáveis pelas mudanças cujas conseqüências caem também sobre nós. Temos de incluir isto também na reflexão de nossas vidas: as escolhas que nós – individualmente e ao nível da sociedade – fazemos, e as conseqüências dessas escolhas, não só para nós, mas também para muitos. Não podemos ignorar que há uma interdependência essencial entre todos os seres vivos.

Não será que estamos esquecendo o fato de que nossa condição humana não se restringe apenas à nossa dimensão material e psíquica-emocional? Talvez nosso modelo de felicidade tenha uma falha séria: o quanto estamos investindo no centro íntimo da nossa mente humana, a matriz espiritual mais profunda de nossa felicidade? Não precisaríamos rever o modelo de felicidade que cada um de nós está construindo para si mesmo?

Lembremos que um dia, tudo que nos é querido será deixado para trás. E nesse momento, o que teremos ao nosso favor será o que tivermos construído globalmente durante nossa vida. Por isso, não precisaríamos aprofundar nossa compreensão sobre a interdependência entre nossa funcionalidade profissional e as outras funcionalidades que constituem nossa condição humana? Isso não nos ajudaria a pensar em fazer das mudanças uma ocasião para ir além delas, para uma transformação interior gradual que construa um modelo de felicidade mais profundo e inclusive mais hábil diante das mudanças? Pois não será que parte de nossas dificuldades com as mudanças têm a ver com nossos apegos e padrões condicionados com que nos colocamos no mundo?

Para o cultivo de nossas funcionalidades, uma mente mais concentrada e apaziguada não nos ajudaria a lidar com nosso ambiente de trabalho de constante mutação e competição feroz? Nesse sentido, como a meditação da tranquilização e do desenvolvimento da sabedoria, realizada e ensinada pelo Buddha nos ajudaria a lidar com nossas várias dimensões humanas, e a atravessar com harmonia essa vida finita?
Esses são alguns pontos que temos de amadurecer em nossa compreensão e prática. A meditação da tranquilização e do desenvolvimento da sabedoria, que chegou ao Ocidente inicialmente restrita aos grupos de interesse espiritualista, está aos poucos ganhando espaço de reconhecimento pela medicina como um dos mais respeitados recursos terapêuticos: “O que tem se visto, de acordo com as numerosas pesquisas científicas a respeito da técnica, é que a meditação se firma cada vez mais como uma espécie de remédio – acessível e sem efeitos colaterais – indicado para um leque já amplo de enfermidades: da depressão ao controle da dor, da artrite reumatóide aos efeitos colaterais do câncer” (Isto É, p. 70, ano 34, no. 2102. SP: Três Editorial, fev/2010).

Nomes de centros médicos como o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, Clínica Mayo, Centro Médico da Universidade de Massachusetts, (EUA), SUS (Política de Práticas Integrativas e Complementares, Ministério da Saúde), Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Carlos, Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Hospital Albert Einstein (Brasil), bem como de centros de pesquisa como o Centro de Estudos do Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo, Universidade de Brasília, Universidade da Califórnia, Universidade George Mason, Instituto de Psiquiatria do Columbia-Presbyterian Medical Center, Universidade da Carolina do Norte, Universidade de Wisconsin (EUA), Universidade de Exeter (Inglaterra), têm dedicado pesquisas e implementações da técnica da meditação para o lide de muitos males psíquicos e corporais do mundo contemporâneo.

E certamente, esta prática saudável deverá aos poucos ganhar espaço no campo também das empresas e seus funcionários, propiciando o incremento de uma qualidade de sabedoria e harmonia interna, beneficiando a todos.

Se esses benefícios já são reconhecidos no campo científico moderno, é importante frisar que a meditação da tranquilização e do desenvolvimento da sabedoria, realizada e ensinada pelo Buddha, têm um propósito que, incorporando essas melhorias psíquicas e físicas, vai para mais além disto: oferece a elevada possibilidade da total erradicação do sofrimento na mente humana, gerado pela cobiça, ódio e delusão. Liberada a mente pela purificação, realiza-se o Nibbana, a suprema felicidade.

CONFIANÇA (por Walt Disney)

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.

Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.

Naquele dia, descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.

Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de"amigo".

Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida".
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.

Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.

Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...

Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.

Deficiências (Mário Quintana 30/07/1906 - 05/05/1994)

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições  de outras pessoas ou da sociedade em que vive.
"Louco"
é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego"
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem   olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo"
é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo"
é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
é quem não consegue ser doce.
"Anão"
é quem não sabe deixar o amor crescer.


E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre".