sábado, 14 de setembro de 2013

O Poder das Palavras

Nossas palavras podem consumir nossa saúde e autoestima. Mas isso pode ser resolvido de maneira simples: mudando nossa visão sobre a vida


Você pensa sobre as palavras que você usa?
Quantas vezes você ouve as pessoas exclamando frustradas: “estou cansada e estafada, cheia de dor nas costas, dor de cabeça e fadiga”.
Nós colocamos tanta propriedade e reivindicação no nosso sofrimento chamando-o de meu problema, meu câncer e minha doença que, energeticamente chamamos essas coisas para nós.
Cada palavra e pensamento têm a sua própria vibração.

Esta é realmente a realidade que pretendemos criar para nós mesmos? Claro que não, mas querendo ou não nos tornamos aquilo que chamamos para nós.
Se você realmente está cansado de algo, pare de reclamar sobre isso e dê mais um passo para tentar mudar isso. Ficar doente só vai agravar os problemas.
Se as coisas na sua vida não estão acontecendo como você previa ou gostaria e estão em queda livre   , não fique dando valor a elas, chamando-as para si a todo momento através de suas palavras.

Palavras se manifestam no plano físico.

Muitas pessoas ficam por muito tempo usando palavras ruins, se lamentando sobre a vida, sendo pesarosos com o que acontece, achando que tudo está ruim, está fora do lugar.
Algumas pessoas não gostam que nós mostremos como isso é ruim e como eles estão fazendo mal apenas a si mesmos, tampouco acreditam na premissa que estão criando uma doença para si mesmos.
Mas, quando tomamos mais cuidado com nossas palavras, escolhemos nos pronunciar sobre as coisas boas da vida, atraímos boas energias para perto de nós, tornando a nossa vida mais fácil.
Todos nós devemos experimentar esse posicionamento para a vida. Quando ficamos chateados e para baixo, costumamos nos colocar mais para baixo ainda, dizendo que estamos chateados.
Ao parar de usarmos essa frase, começamos a nos livrar de pequenos problemas que nos rondam por conta da nossa baixa estima, e da energia que atraímos como um imã pra gente com as palavras.
Uma vez conheci uma pessoa muito doce, incrivelmente doce. Ela era agradável a todos. Ela segurava seus problemas para si sem nunca demonstrar raiva.
Várias vezes ela dizia que seus problemas estavam correndo-a. Com isso, ela desenvolveu câncer de estômago. Palavras são poderosas. Fale bem de si mesmo e sobre si mesmo. Isso vai mudar tudo.
Este artigo foi adaptado do original, “The Power of Words” do NaturalNews.

domingo, 8 de setembro de 2013

16 coisas para fazer no fim de todo o dia de trabalho

1. AVALIAR A LISTA DE TAREFAS

2. REVER SUA AGENDA PARA O DIA SEGUINTE

3. CHECAR O STATUS DAS ATIVIDADES COM O CHEFE E OS COLEGAS

4. ORGANIZE SEU MATERIAL E SEU POSTO DE TRABALHO

5. CONCLUA AS ATIVIDADES BUROCRÁTICAS E ADMINISTRATIVAS

6. FINALIZE TODA TAREFA JÁ INICIADA

7. FAÇA UMA NOVA LISTA DE TAREFAS

8. REFLITA SOBRE O DIA TRABALHADO

9. ESCREVA SUAS TAREFAS CUMPRIDAS

10. DIGA ADEUS AO DIA QUE TERMINA

11. RESISTA À TENTAÇÃO DE VER EMAILS E ATENDER LIGAÇÕES DE TRABALHO

12. DEIXE UMA MENSAGEM POSITIVA PARA VOCÊ OU UM COLEGA DE TRABALHO

13. DESCONECTE-SE

14. OTIMIZE SEU TEMPO DURANTE O TRAJETO ATÉ SUA CASA

15. AO SAIR DO TRABALHO, DEIXE O STRESS NA PORTA

16. VÁ PARA CASA

FONTE: http://www.forbes.com/sites/jacquelynsmith/2013/08/26/16-things-you-should-do-at-the-end-of-every-work-day/?sf16915093=1

DDD (Dose Doce do Dia)

"É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada."

(William Shakespeare)

sábado, 7 de setembro de 2013

Os hábitos dos atuais compradores mobile


FONTE: http://advertising.yahoo.com/blogs/advertising/infographic-habits-today-smart-mobile-shoppers-224013935.html

8 fatores que influenciam os recrutadores

Quando o conhecimento técnico e a experiência não são suficientes para que um recrutador escolha o candidato ideal para a oportunidade profissional, outros aspectos, em sua maioria ligados a comportamentos, entram em cena.
É o que revela uma pesquisa feita pelo CarreerBuilder com mais de 2 mil recrutadores e profissionais da área de Recursos Humanos. A eles, a equipe do site perguntou o que eles levariam em conta caso dois profissionais igualmente qualificados estivem disputando uma só vaga. Confira os mais surpreendentes critérios de desempate que foram citados:
■ Para 27%, ganha a vaga quem tiver mais senso de humor;
■ Para 26%, envolvimento com a sua comunidade faz o candidato sair na frente;
■ 22% dos recrutadores contratariam quem estivesse mais bem vestido;
■ Candidato que tivesse mais em comum com o recrutador seria contratado, de acordo com 21% dos entrevistados;
■ Candidato que estivesse mais em forma seria contratado, de acordo com 13% dos entrevistados;
■ Profissional mais bem informado sobre assuntos em geral e conectado na cultura pop conquistaria a oportunidade, segundo 8% dos recrutadores;
■ O candidato mais atuante nas mídias sociais seria contratado, segundo 7% dos entrevistados ;
■ Candidato que mais entendesse de esportes levaria a melhor e conquistaria a vaga, segundo 4% dos recrutadores;

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O próximos bilhões de usuários de internet


Fonte: http://www.proxxima.com.br/home/negocios/2013/08/30/Quem-ser-o-os-pr-ximos-usu-rios-de-internet.html?goback=%2Egde_2305357_member_269990474#%21

Liderança tipo Tênis x tipo Frescobol

O relacionamento que um líder tem com sua equipe é essencial para conseguir o engajamento dela para atingir o resultado desejado.  O gestor, chefe, gerente tem apenas duas maneiras para conseguir desenvolver comprometimento coletivo:
- Livre espontânea pressão: Através de ameaças, autoritarismo e obrigando a equipe a fazer.
Livre espontânea vontade: Através da liderança, do convencimento, do comprometimento e desejo de cada membro da equipe em fazer.
Acredito que tanto para a mim como para a maioria das pessoas  a segunda opção é a que consegue  resultados melhores, mais rápidos e consistentes. No entanto, o bom relacionamento com equipe é fundamental para conseguir o engajamento e comprometimento dela. Para exemplificar vamos fazer uma comparação entre dois esportes muito conhecidos. O Tênis e o Frescobol.
O frescobol é muito comum e é mais praticado na beira do mar. O objetivo é trocar o maior número de bolas possível com seu parceiro, (não adversário). Para que isso aconteça cada um joga a bolinha para que o outro consiga devolvê-la, isto é, joga no acerto do outro.
Já o tênis, o objetivo é fazer o outro errar. Você marca ponto, caso o seu adversário (não parceiro) erre a jogada ou não consiga pegar a bola. Para que isso aconteça você deve fazer de tudo para dificultar e comprometer a “performance” do outro.
No mundo corporativo, o relacionamento entre líder e liderados pode se dividir nesses dois tipos:

RELACIONAMENTO TÊNIS 

Aqui cada um “joga” para o outro errar. O líder só aponta defeitos e cobra resultados de sua equipe. Não existe ajuda, desenvolvimento, incentivo por parte da liderança. Por outro lado, inexiste cooperação, comprometimento, harmonia e atitude da parte da equipe. O feedback não existe e quando aparece é só para criticar, apontar defeitos. O líder que tem esse tipo de relacionamento, leva sempre para o lado pessoal. Ele critica a pessoa e não o que ela fez. Isso causa um efeito de estresse nos participantes, faltas ao trabalho, baixa produtividade, aumento de turn over e até processos trabalhistas em função do assédio moral. Recentemente uma empresa de bebidas foi condenada a pagar cerca de   R$ 700.000,00 em indenizações por causa das constantes ofensas que os funcionários recebiam por parte de seus gerentes na cobrança por resultados. Esse tipo de relacionamento é contagiante e acaba envolvendo a equipe entre si e passando para os clientes.

RELACIONAMENTO FRESCOBOL

Aqui existe colaboração entre as duas partes e isso acaba passando para a equipe. Cada um joga para o outro acertar, isto no mundo corporativo, significa cooperação, união, incentivo ao aprendizado e melhorar individualmente. O feedback constante tanto positivo quanto negativo é construtivo, ou seja, se pode elogiar o líder elogia, mas se tiver de corrigir, chamar a atenção, ele faz de maneira assertiva sem humilhar, constranger ou desmotivar ninguém. Esse tipo de relacionamento é contagiante e pode afetar positivamente toda equipe.