segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Os 4 pilares da Empatia

Comunicar à medida dos destinatários

Empatia, do grego "páthos", estado de alma s. f., capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas.

Certamente já reparou como certas pessoas conseguem comunicar as suas ideias e os seus pontos de vista com muita facilidade. Mais ainda, existem pessoas cuja argumentação parece ter sido feita à medida dos seus destinatários, conseguindo de imediato captar a atenção de todos e, invariavelmente,  ter o apoio unânime de quem os ouve. Este é o efeito da empatia. 
Apesar de, na maior parte das vezes, nem nos apercebermos de como este elemento simples pode modificar toda a perspectiva com que se desenrola, por exemplo, uma negociação, a verdade é que a empatia é uma ferramenta essencial em todas as vertentes da nossa vida, e ainda mais insubstituível quando pretendemos resultados profissionais. 

1. Competência inata ou adquirida? 
Como a maior parte das características pessoais, a empatia tem tanto de natural como de aprendizagem. Na realidade, nem todos possuímos inatamente esta característica e, mesmo entre quem a tem, poucos a sabem utilizar a seu favor. No entanto, qualquer um a pode desenvolver. E para uma empatia de qualidade, que conduz a resultados concretos e ao sucesso, requer-se sempre treino. 
Assim, com alguma prática e persistência, poderemos desenvolver esta capacidade de modo a que depois possa funcionar de forma automática. 

2. Empatia e comunicação
A empatia é uma ferramenta poderosa que permite com que duas ou mais pessoas interajam de forma proveitosa. No fundo, é através da empatia que se criam as pontes de comunicação entre duas pessoas. 
Nem sempre a forma que escolhemos para transmitir uma ideia é suficiente para que ela seja perfeitamente entendida pelo nosso destinatário. Assim, a empatia tem tudo a ver com as palavras que escolhemos e a forma como as organizamos para comunicar as nossas ideias. Se temos algo a dizer, é essencial sabermos escolher a forma de, não só transmitir a ideia, mas faze-la ser bem compreendida por quem nos ouve. 

3. Saber escutar
Tão importante como a forma como se comunica é a forma como se escuta. A base de toda a empatia está em demonstrar que só quer dar o que o outro precisa. A isto se chama empatia. O que temos não é mais nem menos que a resposta, na medida certa, às necessidades dos outros.
Para tudo isto, torna-se essencial compreender as necessidades do seu interlocutor, ouvi-lo e entendê-lo. 

4. Os limites da palavra
O segredo da boa empatia passa igualmente por manter limites na forma como se expressa. Não seja excessivo, nem ostentoso. O excesso de ênfase nas suas palavras podem criar o efeito inverso e suscitar a dúvida sobre as suas reais capacidades e a veracidade das suas afirmações. Por outras palavras, a intenção funciona melhor quando não é claramente intencional. Ou seja, mais do que ostentar o objectivo, é preciso saber fazer acreditar que temos a resposta. Caso contrário, o que irá transparecer não é sua qualidade profissional, mas o esforço que está a fazer para parecer convincente. 

sábado, 19 de novembro de 2011

Como tomar decisões?

Ao tomarmos uma decisão, o cérebro ativa 3 engrenagens: o instinto, a experiência e a razão.

Para nos levar à melhor alternativa, o cérebro tem um sistema capaz de esmiuçar dilemas. Esse sistema conta com 3 engrenagens, ativadas por qualquer escolha que apareça na nossa frente - pode ser algo que nos obrigue a mudar de cidade ou só a trocar a marca da margarina.
Uma das engrenagens representa o desejo de chegar à conclusão mais lógica. 
Outra está ligada a tudo o que você já viveu e aprendeu.
E a terceira tem a ver com seus antepassados. 

Cada uma das 3 analisa as alternativas por um ponto de vista, mas nenhuma dá conta de resolver o problema sozinha. É como se o trio formasse uma banca de advogados. Individual­mente, cada engrenagem tem uma opinião, mas precisa apresentá-la às outras e convencê-las. Como acontece em qualquer discussão, alguma delas vai falar mais alto. E a banca apresentará o caminho a ser tomado, em conjunto. Pronto, está tomada a decisão
Ainda que queira nosso bem, essa banca às vezes nos coloca numa enrascada. Mas dá para se prevenir. E o primeiro passo é conhecer essas tais engrenagens. Para isso, pedimos que você faça algo simples: escolha.


INSTINTO

No dia a dia o instinto entra em cena em situações banais e cruciais. Se você está dirigindo na estrada e vê um posto, talvez fique com vontade de ir ao banheiro (é o instinto vendo a oportunidade de ajudar o corpo). Mas, se uma pessoa com jeito suspeito também entrar no posto, você dará meia-volta, confiando na sensação que indica um assalto prestes a ocorrer. Em uma festa, se você está à procura de um par, os instintos também vão agir. Você carrega milhares de anos de evolução na arte de buscar o parceiro ideal, mesmo sem saber nada disso racionalmente. Cheiros, jeito de expressar, tudo é avaliado no seu cérebro sem que você perceba. Se uma boa combinação aparecer, o instinto vai lançar estímulos para a parte racional do cérebro. E você se sentirá atraído por alguém. 
"Sem o instinto, não conseguiríamos escolher as coisas mais básicas da vida", diz André Palmini, chefe do Serviço de Neurologia do Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul. Mas é importante lembrar que o instinto zela pela sua integridade no instante em que a escolha aparece. Ou seja: ajuda principalmente nas decisões imediatas. Quando ele escolhe alguém em uma festa, não está dizendo que você deve se casar com ela - isso depende também das outras engrenagens do cérebro.
QUANDO USAR: Se não der tempo de recorrer à razão


EXPERIÊNCIA

Todas as experiências que acumulamos na vida são registradas e catalogadas por uma região do cérebro, o sistema de recompensas. Essa área se lembra de tudo o que nos deu prazer em algum momento da vida. E do que nos deu frustração. Esses dados ficam guardados porque podem ser extremamente úteis em certos momentos.
Como quando um atacante se vê diante do goleiro e precisa chutar no lugar certo para fazer o gol. É melhor buscar o canto, num toque rasteiro, ou encobrir o goleiro? Ele não tem muito tempo para calcular a velocidade da bola, estudar a posição do goleiro, analisar a distância do gol. Não pode agir racionalmente - será guiado pela experiência. Em todas as jogadas parecidas vividas pelo jogador, o sistema de recompensas anotou o nível de prazer e de frustração de cada chute. Nos que foram bem-sucedidos, neurônios liberaram dopamina, uma substância ligada ao prazer, e associaram as jogadas com alegria. Agora, diante de um quadro parecido, os neurônios já sabem o que fazer: disparar dopamina antes do chute. É um aviso para o resto do cérebro que indica o caminho a ser seguido. E o jogador terá a certeza de que uma das jogadas parece mais acertada do que as outras. Antes que ele possa refletir, sua perna já terá disparado o chute.
QUANDO USAR: Quando precisamos decidir imediatamente e temos a sensação de que uma opção é melhor do que a outra.


RAZÃO

Lá vem dor de cabeça. É o que pensamos quando tomamos uma decisão importante, como mudar para uma nova casa. Aliás, casa... ou apartamento? Em qual bairro? Com ou sem área de lazer? Processar todos esses cálculos parece um martírio para o cérebro. Mas nós temos um método bem bom para matar essa leva de trabalho, desenvolvido pelo córtex pré-frontal (a área do cérebro que fica logo atrás da testa e raciocina em cima dos nossos problemas). O sistema é simples: comparar tudo. Se estamos indecisos entre alugar ou comprar um imóvel, o cérebro compara todas as consequências das duas opções. Ele não quer saber se você está prestes a realizar o sonho da casa própria - vai analisar, dado a dado, se o negócio vai ser mais vantajoso. Como um contador olhando um balanço. QUANDO USAR: Quando o resultado da escolha impõe mudanças drásticas ou tem impacto no seu futuro.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

De onde vem o riso?

Com certeza você já ouviu a frase “rir é o melhor remédio” – e em alguns casos parece que é mesmo. Rir é um comportamento que nos insere socialmente, nos aproxima de outras pessoas e nos ajuda a ser aceitos. Pesquisas indicam, por exemplo, que, entrando em uma loja onde dois vendedores atendem, é maior a probabilidade de a pessoa se aproximar do que sorri. Embora o ato geralmente seja associado ao humor, estudos revelam que em mais de 80% das vezes o que faz sorrir é a polidez, o desejo de ser socialmente aceito, a ironia e a tensão. 


Um dos pontos que durante anos mais intrigou os cientistas foi o desafio de compreender em que região do cérebro “nascia” o riso. Hoje se sabe que não há um único local dedicado exclusivamente a essa função – o que temos são diversas de regiões que participam desse comportamento. Acredita-se, por exemplo, que o ato físico de rir seja deflagrado por um mecanismo no tronco encefálico que modifica a respiração, garantindo que os sons de uma boa risada sejam produzidos. O curioso é que essa região (a mais antiga do sistema nervoso) regula funções fundamentais, o que nos leva a crer que rir foi fundamental para incluir nossos ancestrais nos grupos – e, assim, ter mais chances de sobreviver e propagar seus genes. Já o humor mais sutil e os jogos verbais requerem trabalho do lobo frontal, desenvolvido bem mais recentemente no cérebro: exames de ressonância magnética mostram que essa área se ilumina quando as pessoas acham uma piada engraçada, indicando que a compreensão mais refinada do humor é de fato um sinal de evolução.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/de_onde_vem_o_riso_.html

sábado, 12 de novembro de 2011

DEALER-CHIC: um novo estilo de consumo

Examinando não apenas as várias maneiras inovadoras usadas pelas marcas para fazer promoções e ofertas, a atitude dos consumidores em relação aos descontos e ofertas está mudando.

A avalanche de ofertas atualmente disponíveis aos consumidores não é apenas um sintoma de curto prazo da crise financeira; está nascendo a geração DEALER-CHIC.


Os consumidores sempre adorara m conseguir boas ofertas ou recompensas exclusivas, mas em vez de precisar esconder as próprias barganhas, garantir a melhor oferta hoje é aceito, para não dizer almejado, pelos compradores.


A caça por ofertas vai continuar fazendo parte integral da vida dos consumidores, já que hoje isto não está ligado apenas à economia de dinheiro: traz consigo emoção, sensação de empenho e de controle, e noção de esperteza, de modo que se torna uma fonte de status.

Não quer dizer que todos os tipos de consumo serão dominados por bens e serviços com desconto. No entanto, para consumidores preocupados com os status (leia-se: todos eles), aproveitar ao máximo descontos e ofertas já não é mais considerado algo que dá trabalho ou que é motivo para acanhamento, mas simplesmente uma coisa inteligente.

Aliás, DEALER-CHIC é mais um exemplo das mudanças de longo prazo que estão se dando na arena do consumo, em que consumidores precavidos têm mais escolhas, maiores expectativas e mais controle, ao mesmo tempo em que consumidores maduros têm relação cada vez menos de reverência no que diz respeito às marcas.

Então, apresentamos aqui apenas três das razões por que DEALER-CHIC tem tudo para crescer cada vez mais nos próximos anos:
  1. MAIS POR MENOS: Ao mesmo tempo em que muita gente nas economias desenvolvidas talvez tenha menos dinheiro para gastar neste momento, os consumidores de todos os lugares sempre vão querer experimentar mais.
  2. O MEIO É A MOTIVAÇÃO: Os consumidores hoje recebem alertas sobre ofertas e promoções, que usam, reaproveitam e compartilham por meio de novas (e portanto infinitamente mais emocionantes e atraentes) tecnologias.
  3. O MELHOR DO MELHOR: Com acesso instantâneo, móvel ou online, a ofertas e também aavaliações sobre elas, os consumidores hoje podem ficar confiantes de que conseguirão o melhor preço pelo melhor produto ou serviço.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Friendship With Benefits



“Amizade com benefícios” está se tornando popular.
Uma em cada três mulheres solteiras já fez sexo com um amigo,
aponta pesquisa do site MyCelebrityFashion, feita no Reino Unido.
O motivo: metade não quer saber de compromisso;
19% querem só se divertir e só 8% pensam em algo a mais.
Foram ouvidas 2.168 mulheres.
FONTE: Terra.com.br

Consumidores são mais influenciados por comentários positivos que negativos


A maioria (58%) dos consumidores acredita que comentários e recomendações elaboradas por usuários em sites de redes sociais são mais confiáveis do que se estas mesmas informações estivessem publicadas em sites de outro setor, segundo uma pesquisa divulgada em outubro de 2011 pela Performics e conduzida pela ROI Research. Dados do estudo “2011 Social Shopping Study” também mostram que aproximadamente metade dos compradores são influenciados por opiniões e recomendações favoráveis, enquanto 45% afirmam ser influenciados por análises negativas de outros usuários com preferências de consumo semelhantes.

Lojas virtuais desempenham papel importante durante o processo de compra
Cerca de 72% dos consumidores consideram as lojas virtuais uma etapa importante do processo de compras, número que é 25% maior do que os 58% que consideram sites de ofertas como um fator relevante. Outros 41% afirmam que as redes sociais são parte representativa do ciclo de compras.

Um em cada 5 se utiliza de sites de ofertas diárias para procurar promoções
Dentre os usuários ativos de redes sociais, 19% navegam diariamente em sites de ofertas na busca por cupons e promoções, enquanto 15% utilizam redes sociais para saber a respeito de novos produtos e apenas 10% utilizam diariamente lojas virtuais para outros estágios do processo de compras, como pesquisar informações sobre o produto, ler análises, fazer comparações e verificar sua disponibilidade em estoque.

Lojas virtuais são populares antes da conclusão da compra
Embora as redes sociais sejam utilizadas com maior frequência para saber a respeito de novos produtos, a maioria dos consumidores (87%) utiliza lojas virtuais para procurar por algum produto, enquanto 83% utilizam este tipo de site de e-commerce antes de fechar uma compra. O percentual representa quase dois terços dos consumidores que fazem uso frequente das redes sociais ou sites de ofertas antes de finalizar uma compra.
No entanto, após a aquisição, o foco se altera em favor das redes sociais: aproximadamente 59% compartilham com muita frequência suas experiências em redes sociais após adquirir algum bem de consumo, ante 57% dos que fazem o mesmo em lojas virtuais e 51% em sites de ofertas.

Outros Resultados
69% dos consumidores norte-americanos acessam o site da Amazon.com ao menos uma vez no mês, o que o torna o site de e-commerce mais popular dos Estados Unidos, a frente do eBay (53%) e outros sites de varejistas (52%).
Sites de comparação de preços têm desempenho inferior: apenas 27% visitam o Google shopping no mínimo uma vez por mês, com 23% fazendo o mesmo com o Yahoo shopping e Bing shopping (13%).
47% dos compradores são cadastrados no Groupon, número bem distante dos 27% registrados no Living Social e 15% no Eversave.

Nielsen: Usuários de redes sociais confiam mais nas informações de outros consumidores
Usuários de redes sociais são mais propensos em acreditar nas informações de produtos e serviços providas por outros consumidores, de acordo com dados divulgados em outubro de 2011 pelo NMIncite e The Nielsen Company. 63% afirmam que as classificações publicadas por consumidores são a principal origem de informações sobre produtos, enquanto 62% afirmam ser as análises de clientes. Sites de empresas ficaram em um distante terceiro lugar, citados por 50% dos entrevistados, seguidos por call centers (47%) e email (45%). Curiosamente, a página de empresas no Facebook (15%) e Twitter (7%) foram as menos citadas na pesquisa como fonte principal de informações sobre produtos.
A pesquisa da Performics entrevistou mais de 1000 pessoas que sejam usuárias ativas de redes sociais e que as tenham utilizado ao menos algumas vezes durante o processo de compras. Os dados foram coletados entre os dias 27/9/2011 à 4/10/2011.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Mulheres: falta de auto-confiança pode atrapalhar

Por Silvia Balieiro
 
Numa pesquisa feita em diversas avaliações de desempenho, as especialistas em liderança Jill Flynn, Kathryn Heath, and Mary Davis Holt descobriram que a maior crítica que os homens fazem de suas colegas mulheres no trabalho é que elas têm baixa auto-confiança.

A constatação é reforçada pelo resultado de uma pesquisa feita pelo Instituto Europeu de Liderança e Gestão, que revelou que homens, em qualquer idade, são mais confiantes que as mulheres. Enquanto 70% afirmam ter alto nível de confiança, apenas 50% das mulheres dizer ter essa percepção. Além disso,  metade das gestoras mulheres admitem que sentem dúvidas em relação à sua performance na carreira, mas apenas 31% dos homens tem esse mesmo tipo de sentimento.

Com base nas pesquisas e também na longa experiência como coaching, as especialistas listaram para o site da revista Harvard Business Review as quatro atitudes que atrapalham a carreira das mulheres:

Ser excessivamente modesta. Os homens mostram ter maior facilidade em tornar público o seu crédito por algum projeto de sucesso. Mulheres parecem acreditar que suas realizações devem falam por si e não se esforçam tanto para ganhar os louros das vitórias. Apesar de a modéstia ser uma característica bacana, é ingênuo acreditar que seu chefe, seus clientes ou seus colegas de trabalho irão reconhecer suas realizações se você estiver fora do radar.

Não pedir. Mulheres costumam perder promoções porque não se promovem e não pedem mais responsabilidade aos seus gestores. Pode parecer arriscado, mas não tem outro jeito. Não pedir significa que você pode perder a chance de ganhar um cargo maior.

Se misturar à multidão. Algumas mulheres fazem de tudo para não chamar a atenção. Elas não fazem perguntas e evitam fazer comentários em reuniões ou em elevadores por insegurança. Isso também pode atrapalhar uma possível promoção.

Permanecer em silêncio. Não é fácil ganhar a palavra durante reuniões, especialmente quando muitas pessoas disputam a atenção. Mas deixar de fazer seu comentário quando você tem algo relevante a dizer é perder a chance de entrar no jogo. Deixar o seu ponto de vista durante importantes discussões é essencial para sua carreira.

FONTE: Época Negócios (31/10/2011)