terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O dom feminino


As mulheres aprendem a observar nos outros aquilo a que mais tarde chamam intuição.

É uma qualidade quase exclusiva do foro feminino e é por isso que os homens que também a possuem chegam mais longe. A essa capacidade de antecipar a realidade, de ler no olhar uma sutileza, de interpretar a vontade e o medo nas batidas de um coração, os homens chamam-lhe instinto, as mulheres, intuição.

É a intuição que diz a uma mulher que está gerando uma criança mesmo antes de fazer o teste da gravidez, que indica os caminhos do coração quando a dúvida se instala, que lhe diz quando deve lutar por um homem ou desistir dele. É uma espécie de mapa interior, de guia invisível, de alarme adiantado à inevitabilidade da vida. A estes sinais, dados pelo acaso, por um centésimo de segundo de silêncio ou na troca furtiva de um olhar, é preciso interpretar o que sente e a partir daí perceber o que pode acontecer.

Acreditar em bruxas e adivinhos? Prefiro lê-los nas histórias do que vê-los ao vivo a deitar cartas ou a atirar búzios ao ar, até porque acredito que o futuro é bom exatamente pelo desconhecido que guarda, mas já acertei demasiadas vezes nas previsões que fiz para poder desconsiderar a minha intuição.

O lado mau da involuntária onisciência é conseguir cada vez menos que a vida me surpreenda, o que faz com que assista, quase de braços cruzados, a mudanças que não quero e nem sempre consigo aceitar. O lado bom é a antecipação de uma nova realidade e o tempo de preparação para enfrentar a tempestade que se avizinha, como fazem os habitantes das cidades por onde passam os furacões, trancando com tábuas a casa e o coração e esperando que passe depressa e provocando os mínimos danos possíveis.

Vejo a intuição como um atributo da alma, um dom guardado entre o coração e a cabeça, para lá da inteligência e da razão. Uma espécie de voz acima da realidade, como um balão a gás quente que consegue ver mais longe do que o olhar alcança, um código de barras que se decodifica a ele próprio, um telescópio da anatomia dos sentimentos, porque tem muito mais a ver com o que se sente do que com o que se pensa, com o que se imagina do que com o que se vê, com o que se teme do que com o que se deseja, sentindo como certo aquilo que o entendimento ainda não captou.

E é por isso que, quando o alarme começa a tocar, primeiro baixinho em tom de aviso, e depois, cada vez mais alto até me ensurdecer com a evidência que se aproxima, respiro fundo para ganhar forças e lembro-me que o futuro não é mais do que a projeção das sombras do meu passado, um lugar cômodo para arrumar os sonhos, no qual a imprevisibilidade e o mistério reinam e onde, talvez e apenas aí, a intuição descanse da sua sabedoria.

Prefiro ter o dom da intuição a esperar placidamente pelo desconhecido, mesmo quando o desconhecido me traz todos os sonhos numa bandeja.

FONTE: http://margarida.clix.pt/textos_ineditos_texto.php?op=b53b3a3d6ab90ce0268229151c9bde11

Vida

Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também já decepcionei alguém.

Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado. Mas também já fui rejeitado. Fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade. Já vivi de amor e fiz juras eternas e quebrei a cara muitas vezes.

Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi. E ainda vivo. Não passo pela vida. Viva!

Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" para ser insignificante.

FONTE: Augusto Branco (IT Senior Executive)

sábado, 25 de dezembro de 2010

8 coisas para fazer por sua carreira antes do ano novo

Saiba quais são as atividades que você não pode deixar para depois de 31 de dezembro

1. Atualize seu currículo

Uma maneira prática para definir o saldo de 2010 para a trajetória profissional é atualizar o currículo. Essa missão, no entanto, não se resume a apenas colocar uma nova data no topo do documento. Para deixar seu currículo pronto para eventuais oportunidades em 2011, é preciso fazer uma criteriosa revisão das principais conquistas ao longo do último ano.
O primeiro passo para isso é criar um levantamento de todos os números que embasaram suas realizações profissionais, como o quanto o seu setor cresceu ao longo do ano. Depois, avalie sistematicamente como você trabalhou para evoluir em sua própria formação acadêmica em 2010. Seus conhecimentos em outro idioma melhoraram? Você concluiu ou, pelo menos, começou algum curso de atualização neste ano?
Elenque tudo segundo ordem de relevância para o seu crescimento profissional e adicione as informações mais importantes ao seu currículo e carta de apresentação. Mas, cuidado para não cair em um dos 7 erros fatais do currículo.

2. Organize seus contatos

Sabe aquele montanha de cartões de visita que você recebeu ao longo de 2010? Para não deixar suas práticas de networking caiam no vazio, agora é a hora de colocá-los em ordem e agregar um destino útil a cada um deles.
Para começo de conversa, não os deixe amontoados em uma das gavetas da sua mesa. Organize-os, fisicamente, em ordem alfabética (de preferência, com base no nome da empresa e setor de atuação). Depois, passe todas essas informações para uma base de dados no computador. Vale os serviços do Outlook, uma planilha de Excel ou um documento do Google Docs.
Dica útil para o resto da vida profissional: após cada troca de cartão, anote na parte traseira dele informações relevantes sobre aquele contato, como a data em que conheceu a pessoa, o contexto do encontro e, até, algumas curiosidades que possam servir de pistas para que você retome o contato posteriormente, como o tipo de comida, música ou restaurante que ela aprecia.

3. Crie linhas de comunicação (e fuja dos spams)

Aproveite o clima propício do fim do ano para reativar o relacionamento com antigos contatos profissionais ou colegas de faculdade. Agora, nada de enviar e-mails padrão de boas festas para toda a sua lista.
Isso significa que os dias anteriores à virada devem ser dedicados para uma espécie de “jogo da verdade” individual. Você deve ser franco e analisar questões como o quanto satisfeito está com o seu trabalho, ou o quanto aquela rotina tem agregado para o desenvolvimento de suas competências profissionais e pessoais, entre outros pontos.
 
“A questão não é se você subiu na hierarquia, mas o quanto conseguiu evoluir em seu nível de contribuição profissional e qual o valor dado a isso”, afirma Zanini.


“Monte uma mensagem de fim de ano mais individualizada, remeta ao último encontro que você teve com a pessoa e, em alguns casos, já proponha novo encontro ou parceria para 2011”, aconselha Fabiano Caxito, professor da FIA e autor do livro “Não deixo a vida me levar, a vida levo eu!” (Editora Saraiva).

Com base na lista de cartões que você acabou de organizar, defina quais daqueles contatos são realmente relevantes para a sua carreira profissional e para o seu networking.

“Crie estratégias para “cuidar” do seu relacionamento com essas pessoas ao longo de todo ano”, sugere Adriana Gomes, coordenadora da área de pessoas e do núcleo de carreiras da ESPM.

4. Caia na rede

Você até pode bater o pé contra isso. Mas pesquisa recente aponta: o recrutamento pela web já supera a contratação por indicação no Brasil. Por isso, acredite: para ser conhecido pelos principais recrutadores, é necessário se sobressair na internet.
Isso não significa que você precisa neste exato momento abrir uma nova janela e se cadastrar em todas as redes sociais possíveis. Neste caso, menos é mais, sim.
Por isso, escolha as mais relevantes para a sua área de atuação (nesse caso, LinkedIn é quase unanimidade) e comprometa-se a atualizá-las com freqüência.
Que tal aproveitar os próximos dias para construir sua reputação na web como especialista em sua área de atuação? Pensando nisso, Adriana sugere a criação de um blog. “O mercado de trabalho busca pessoas criativas, que tenham facilidade de relacionamento e que saibam se comunicar. Um blog é um bom meio para demonstrar isso”, diz.
No entanto, não vale apenas criar o blog, escrever alguns posts e deixá-lo às moscas. É preciso criar uma rotina de publicação periódica. Neste ponto, se seu senso de realidade alerta que a missão é quase impossível para seu cotidiano atribulado, então prefira a criação de um currículo ou portfólio na web.

5. Faça uma sabatina consigo mesmo

A próxima tarefa para os próximos dias? Feche-se para balanço. Isso mesmo. Apesar da correria para cumprir todas as obrigações profissionais e familiares em tempo, tire algumas horas para avaliar o quanto você evoluiu nos últimos meses.
Mas, nesse processo, não se atenha apenas aos números e aos dados concretos de evolução profissional. Para avaliar de maneira concreta a quantas anda a sua carreira, é preciso engajar-se em uma trajetória para dentro de si.
“A gente precisa se olhar de tempos em tempos para definir com sobriedade a vida que vislumbra para os próximos meses”, diz Marco Túlio Zanini, professor da Fundação Dom Cabral.



6. Elabore um plano de ação

Com base nessa espécie de “confessionário” (ou muro das lamentações) individual, elabore estratégias de ação para chacoalhar sua carreira no próximo ano. Cuidado com uma lista de intenções demasiadamente abstrata e romântica.
A dica, neste ponto, é ser o mais realista e preciso possível. Ou seja, não vale afirmar que precisa fazer um MBA em uma instituição estrangeira se você não tem dinheiro suficiente para isso ou não se enquadra no perfil para se candidatar a uma bolsa de estudos.
Dessa forma, seja metódico ao elaborar essa lista de propostas para 2011. Defina prazos e meios para tirá-las do papel.

7. Saia das nuvens e coloque os pés no chão

Não espere janeiro para colocar cada item dessa lista de intenções em prática. Por exemplo, se sua ideia é começar um curso de idiomas no próximo ano, inscreva-se antes do dia 31 de dezembro.
“Se esperar até 3 de janeiro é bem provável que esqueça de todas essas resoluções”, afirma Caxito. Para ele, todos têm até o fim do ano para “ultrapassar a fronteira do passar” e dar movimento para todas decisões profissionais ou pessoais.

8. Um quase sabático

Esforce-se para sair da caixa. É comum que, com o passar do tempo, muitos profissionais se enclausurem em assuntos e rotinas apenas referentes com sua area de atuação. Mas é preciso ir além disso.
“O movimento de criatividade e inovação é feito com base na abertura para diferentes áreas e culturas”, diz Adriana. Por isso, use os últimos suspiros de 2010 para experimentar livros, filmes e lugares diferentes daqueles que já fazem parte do seu cotidiano.

FONTE: Exame.com

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sinais divinos

Uma história muito antiga conta que um velho árabe analfabeto orava toda noite com tanto fervor e com tanto carinho que, certa vez, o rico chefe de uma grande caravana chamou-o à sua barraca e lhe perguntou:

- Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, se nem ao menos sabes ler?

O velho respondeu: – Grande Senhor, conheço a existência de nosso Pai celeste pelos sinais Dele.

- Como assim? – indagou o chefe, admirado.

O servo humilde explicou:
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
- Pela letra.
- E quando o senhor admira uma jóia, como sabe quem a confeccionou?
- Pela marca do ourives, é claro.
- Quando ouves passos de animais ao redor da tenda, como sabes, depois, se foi um carneiro, um cavalo, um boi?
- Pelos rastros.

Então, o velho convidou-o para sair da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a lua brilhava cercada por multidões de estrelas, exclamou, com respeito e alegria:
- Senhor, aqueles sinais lá em cima não podem ser de homens!

Naquele momento, o orgulhoso homem rendeu-se às evidências e, ali mesmo na areia, sob a luz prateada do luar, curvou-se e começou a orar também. 

Além de fortalecer a nossa vida, quantas coisas podemos aprender com esse exemplo de fé?

Em nosso cotidiano, em nosso trabalho ou mesmo no ambiente familiar à vida nos dá sinais

E estes sinais nos indicam caminhos para que possamos mudar, melhorar, fortalecer, acreditar, realizar mais do que a cota de atribuições que nos é dado a fazer.

Pense nisso e fique com Deus!

FONTE: www.ogerente.com.br

DDD (Dose Doce do Dia)

Quando o amor é verdadeiro, você está presente?
Pense um pouco.
Se a resposta for sim, o amor é falso.

Quando o amor é verdadeiro, você não beija, nem é beijado.
Você se transforma no beijo.

Se você diz que está "presente", então você está testemunhando a você mesmo, ali, 
com a pessoa amada...

Você só testemunha o presente quando o compara com o passado...
E em perspectiva com o futuro...

Mas se o amor é verdadeiro, você não tem efetivamente passado ou futuro...

Você é o beijo, por inteiro...
Você experimenta a eternidade...

Osho, 2005

Anedônia: a felicidade comprometida

No livro "Sobre Viver, Instinto de Vencedor" da Claudia Riecken, especialistas afirmam que há pessoas incapazes de experimentar alegria e felicidade.

O termo técnico para isso é anedônia, que significa a incapacidade de sentir prazer e alegria em situações que a maioria das pessoas sente como prazerosas.

Anedônia é uma palavra que deriva de Hedonismo. Hedonismo vem do grego hedoné, que significa prazer. É a tendência a buscar o prazer imediato, individual, como única e possível forma de vida moral, evitando tudo o que possa ser desagradável.

Ao contrário do Hedonismo, a Anedônia é a perda da capacidade de sentir prazer, próprio dos estados gravemente depressivos.

O interesse humano, assim como a motivação, está indissoluvelmente ligado ao prazer; nos interessamos por aquilo quer nos dá prazer, por aquilo com o qual temos alguma ligação afetiva. Em situações normais a pessoa abre para si um leque de interesses: interesse pelas notícias, pelos esportes, pela companhia de amigos e pessoas queridas, pelo conhecimento em geral, pelos passeios, pelas novidades, pelas compras, pelas artes, pelos filmes, pela comida, pelas revistas e jornais, enfim, cada pessoa nutre um rol de interesses pessoais, evidentemente, interesses por coisas que lhe dão prazer.

Na depressão, esse leque de interesses vai se fechando, aparecendo progressivamente um desinteresse e desencanto pelas coisas. Há um momento onde a preocupação com o próprio sofrimento é o único interesse vivencial do deprimido.

A palavra para designar o ponto mais alto desse fenômeno de perda do prazer é Anedônia, ou seja, a incapacidade em sentir prazer por todas as coisas.

FONTE: "Sobre Viver: Instinto de Vencedor", Claudia Riecken;
               http://virtualpsy.locaweb.com.br/dicionario_janela.php?cod=499

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Porta ou parede?

Se você permanece fechado, você permanece morto. Isso é como se o céu inteiro estivesse disponível, e você estivesse apenas olhando pelo buraco da fechadura.

É claro que você também pode ver um pouco do céu pelo buraco da fechadura, e às vezes um raio de sol passa; às vezes você pode ver uma estrela piscando. Mas isso é desnecessariamente difícil, desnecessariamente pobre e você permanece .

Apenas tente um pequeno experimento...

Quando: Toda noite antes de ir dormir.
Duração: 20 minutos

Passo 1: Murado:
Apenas fique de pé no meio do quarto e olhe para a parede. Concentre-se na parede; não na porta, na parede. Pense que você é somente uma parede sem portas; completamente encerrado. Ninguém pode entrar em você e você não pode sair – está aprisionado. Torne-se quase uma parede, psicologicamente. Deixe que toda sua energia se torne um muro, a muralha da China.

Torne-se um muro por dez minutos e fique tenso, tão tenso quanto possível para você. Abandone todas as aberturas e torne-se absolutamente fechado... o que Leibnitz chama de uma mônada, um átomo sem janelas; completamente fechado em si mesmo.

Você irá começar a transpirar, você começará a tremer; ansiedade irá surgir. Você irá se sentir como se estivesse morrendo, como se você estivesse entrando no seu túmulo. Não se preocupe – entre nisso. Traga-o até um clímax – essa tensão, essa contração, esse encolher.

Passo 2: Torne-se uma porta!

Depois vire, olhe para a porta, mantenha a porta aberta e torne-se uma porta. Comece a sentir que você está se tornando uma porta; você não é uma parede. Qualquer um pode entrar em você: não precisa nem mesmo bater. E você pode sair; não há nenhuma barreira.

Relaxe... relaxe o corpo inteiro e todo o sentimento. Expanda-se. Permaneça de pé aí, mas expanda-se. Sinta que você está preenchendo o quarto inteiro. Sinta que sua energia está fluindo para fora da porta, indo para o jardim. Apenas deixe a energia sair, e sinta que o mundo exterior está penetrando em você.

Por dez minutos torne-se uma parede, e por vinte minutos torne-se uma porta.

Passo 3: Sono

Depois vá dormir.

Prossiga com isso por pelo menos três meses. Após a terceira semana você começará a sentir-se bem aberto, mas continue. Estou lhe dando ambos, assim você pode sentir o contraste mais facilmente.

Uma vez que você possa entender sua própria energia – que ela se torna uma parede, ela se torna uma porta – então você se tornará cônscio de uma dimensão muito bonita. Depois você pode sentir a energia dos outros. Você passa por um homem na rua; você pode sentir se esse homem é uma parede ou uma porta.

Agora você tem um entendimento interior disso. Portanto, se você quiser se relacionar com esse homem, não se relacione quando você sentir que ele é uma parede, porque assim nada dará certo. Só relacione-se quando você sentir que ele é uma porta.

Pela manhã alguém pode ser uma porta; à noite ele pode se tornar uma parede – porque o dia inteiro foi de contendas, luta, tensão, ansiedade, e a pessoa tende a fechar-se. Então aborde uma pessoa quando ela for uma porta, e a mesma pessoa será totalmente diferente.

Aborde seu filho quando ele for uma porta. Assim ele irá escutar, ele estará pronto para absorver o que você disser. De outro modo, você prossegue gritando. Ele está surdo; ele é uma parede.

Fale com sua esposa quando ela for uma porta. Faça amor com ela quando ela for uma porta. Quando ela é uma parede, é melhor não perturbá-la. Mas uma vez que você conhece isso como seu sentimento interno, então você pode sentir isso em toda parte.
 
FONTE: "Passion for the impossible", Osho

sábado, 11 de dezembro de 2010

Serendipidade: que palavrão é esse?

Serendipidade, também conhecido como Serendipismo, Serendiptismo ou ainda Serendipitia, é um neologismo que se refere às descobertas afortunadas feitas, aparentemente, por acaso.

A palavra Serendipismo se origina da palavra inglesa Serendipity, criada pelo escritor britânico Horace Walpole em 1754, a partir do conto persa infantil Os três príncipes de Serendip. Esta história de Walpole conta as aventuras de três príncipes do Ceilão, atual Sri Lanka, que viviam fazendo descobertas inesperadas, cujos resultados eles não estavam procurando realmente. Graças à capacidade deles de observação e sagacidade, descobriam “acidentalmente” a solução para dilemas impensados. Esta característica tornava-os especiais e importantes, não apenas por terem um dom especial, mas por terem a mente aberta para as múltiplas possibilidades.

É o talento de encontrar coisas valiosas e agradáveis não procuradas. Tal como muitas das melhores coisas da vida, tal como a felicidade, a tranqüilidade e a fama, o ganho mais precioso não é a coisa procurada, mas aquilo que vem a nós enquanto procuramos por algo diferente.

Serendipidade é essa coisa chamada chance. A serendipidade está envolvida em tudo na vida, em todos os tempos, como parte das leis da natureza.

A exemplo, as metas que você encontra a caminho da meta que você quer, talvez sejam mais preciosas do que a meta que você procura.

Serendipidade é acaso.

E quando o acaso se torna um prazer, a vida se torna uma brincadeira.

FONTE: www.http://pt.wikipedia.org/wiki/Serendipidade

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Revolução da Alma

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. 

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. 

A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida. 

Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. 

Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. 

Não coloque o objetivo longe demais de suas mãos: abrace os que estão ao seu alcance hoje. 

Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensa diariamente. 

Pare de pensar mal de você mesmo, e seja seu melhor amigo sempre. 

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto, as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo que está "pronto“ para ser feliz. 

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. 

Critique menos, trabalhe mais. E não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento.

Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida. 

A grandeza da vida não consiste em receber honras, mas em merecê-las.

Aristóteles (filósofo grego)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Mapas mentais

O que é um Mapa Mental?

É uma ferramenta definitiva para organizar o pensamento. Melhora o processo de anotar e organizar idéias, de maneira a ampliar a criatividade.

Com um mapa mental você pode criar, melhorar e integrar suas idéias, assim como agregar idéias de terceiros.

Qual era a pergunta mesmo? Sobre o que eu estava falando?


Em qualquer tarefa, também é comum:
• Ter uma boa idéia e esquecer
• Complicar uma idéia simples
• Não conseguir ser criativo
• Limitar uma idéia apenas a sua opinião
• Demorar para fazer planejamento
• Ter idéias desconexas e desordenadas
• Saltar passos importantes
• Repetir tarefas desnecessariamente
• Corpo no automático enquanto a mente pensa

Algumas idéias tornam-se tão complexas que literalmente falta memória para conectar tudo. Como resolver isso?

Foi sistematizado pelo inglês Tony Buzan no fim dos anos 60 e é utilizado hoje por milhões de pessoas para:
• Compreensão e solução de problemas
• Memorização e aprendizado
• Criar manuais, livros e palestras
• Auxílio na gestão estratégica de empresas
• Concatenar idéias de diferentes fontes
• Gestão de informações
• Gestão do conhecimento
• Gestão do capital intelectual

Mapas mentais partem de uma idéia central, a qual é desenhada. A partir dela são irradiadas as informações relacionadas, representadas por uma palavra chave e/ou imagens. Simples assim. IMAGINAÇÃO E ASSOCIAÇÃO

Sete Passos para elaborar um Mapa Mental:

1. Comece no CENTRO de uma folha de papel em branco virada de lado. Começar no centro dá ao cérebro a liberdade de se expandir em todas as direções e de se expressar com mais liberdade.

2. Use uma imagem ou figura como idéia central. Uma imagem vale mais que uma palavra e o ajuda a usar a sua imaginação, manter o foco, concentração e inibe a dispersão do cérebro.

3. Use cores no processo. As cores são excitantes para o cérebro quanto as imagens. Cores acrescentam vibrações e vida ao seu Mapa Mental, fornece energia ao Pensamento Criativo.

4. Ligue as ramificações principais à imagem central e uma os ramos secundários e terciários aos primários e secundários e assim por diante. O cérebro trabalho por ASSOCIAÇÃO. Ligando os ramos, você compreenderá e lembrará com mais facilidade.

5. Desenhe ramos Cursos, não em linha reta. Linhas retas entendiam o cérebro. Ramos curvos, orgânicos, como os galhos das árvores, são mais atraentes e estimulantes para os olhos.

6. Use uma ÚNICA PALAVRA-CHAVE por linha. Sozinhas as palavras dão mais força e flexibilidade ao Mapa Mental. Cada palavra ou imagem sozinha é como um multiplicador, gerando sua própria série especial de associações e Conexões.

7. Use imagens do início ao final. Cada imagem, como a figura central, também vale mais que muitas palavras. 10 imagens equivalem a 10.000.000 palavras anotadas.

FONTE: Biografia de Tony Buzan

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

DDD (Dose Doce do Dia)

Nego-me a me submeter ao medo que tira a alegria de minha liberdade,
Que não me deixa arriscar nada,
Que me torna pequeno e mesquinho,
Que me amarra,
Que não me deixa ser direto e franco,
Que me persegue,
Que ocupa negativamente minha imaginação,
Que sempre pinta visões sombrias.

No entanto, não quero levantar barricadas por medo do medo
Eu quero viver, e não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro,
E não para encobrir meu medo.
E, quando me calo, quero fazê-lo por amor,
E não por temer as consequências de minhas palavras.

Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim.

Por medo de errar, não quero tornar-me inativo.
Não quero fugir de volta para o velho e inaceitável,
Por medo de não me sentir seguro no novo.
Não quero fazer-me de importante por medo de que, se não, poderia ser ignorado.
Por convicção e amor, quero fazer o que faço
E deixar de fazer o que deixo de fazer
Do medo, quero arrancar o domínio,
E de lá, o amor.
E quero crer no reino que existe em mim.

Rudolf Steiner, pai da ciência médica e humanística chamada Antroposofia. Livro de Pensadores da Artemísia. Centro de Desenvolvimento Humano e Antroposófico. São Paulo, 1990.

Dicas para viver bem

1.Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha.   

2.Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário.

3.Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito.

4.Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".

5.Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia.

6.Participe de mais brincadeiras do que no ano passado.

7.Sorria mais vezes do que o ano passado.

8.Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você.

9.Sonhe mais, estando acordado.

10.Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados.

11.Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.

12.Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia.

13.Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14.Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente.

15.Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.

16.Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo.   

17.Sorria mais.

18.Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço!

19.A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém.

20.Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto.

21.Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro.

22.Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente.
   
23.Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

24.Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo.

25.Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles.

26.Aprenda algo novo cada dia.

27.O que os outros pensam de você não é de sua conta.

28.Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã.
   
29.Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará.

30.O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Seus amigos sim. Mantenha contato com seus amigos.

31.Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.   

32.A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.

33.O melhor está ainda por vir.

34.Não importa como você se sente: levante, vista e participe.
   
35.Ame sempre com todo o seu ser.

36.Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!

37.Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido.

38.Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.

39.Desfrute da viagem da vida. Você só tem uma oportunidade, tire dela o maior proveito.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tempo dos resilientes

Mais do que ser competente, eficiente e eficaz, antever os problemas e ser proativo, hoje o diferencial do profissional é ser resiliente. Veja a razão e aprenda como desenvolver esta característica na vida pessoal e profissional

Quase sempre me pego entre os encantos e devaneios do mundo de hoje, porém, nem sempre chego a uma conclusão. Ainda assim, tenho a convicção da grande dificuldade que o ser humano contemporâneo tem em lidar com suas frustrações.

Como sempre digo, pensar os problemas e as dificuldades tem sido uma tarefa fácil aos pensadores. No entanto, acredito na busca das soluções por meio da resiliência – uma difícil estratégia de equilíbrio.
A resiliência é um termo advindo da física e traz em sua essência a ideia de que uma estrutura elástica tem a capacidade de ser deformada ou esticada, voltando sempre a sua forma original. Para nós psicólogos, esta é a grande habilidade que o ser humano deve ter para administração de situações de conflitos e crises nos dias de hoje.

Alguém resiliente é capaz de passar por grandes momentos de dificuldade, tais como: traumas, situações estressantes, conflitos e crises dos mais diferentes tipos. O resiliente consegue sair destas situações positivamente transformado, como se tivesse atravessado o “inferno” e retornado de lá melhor estruturado.
É impressionante a quantidade de situações frustrantes e de conflitos que conseguimos administrar. Ser competente, eficiente e eficaz, antever os problemas e ser proativo são apenas algumas das características que, atualmente, são fundamentais para que sejamos bons profissionais. Mas, o que realmente tem sido um diferencial é a capacidade de resiliência que uma pessoa pode ter.

Mas talvez a complexidade em ser resiliente esteja nos elementos que a estruturam, muito mais do que na ação em si. Uma das principais características do resiliente é quanto a sua auto-estima, a qual não privilegia suas capacidades, mas a compreensão de suas limitações, fazendo com que exista um equilíbrio das forças, aliado a satisfação de suas próprias cobranças pessoais.

O desequilíbrio entre auto-estima e cobrança pessoal pode ser o grande desencadeador de conflitos, ou em alguns casos, até de patologias do psiquismo. Possivelmente a melhor estratégia para alcançar este equilíbrio seja a busca pela flexibilidade, não frente aos comportamentos do outro, mas sim a sua própria forma de agir no mundo.

Compreendendo isto como um fato, o passo seguinte é estabelecer relações humanas mais favoráveis, onde o dar e receber se torne natural e não apenas uma obrigação social ou mesmo uma estratégia formalizada. Ao entendermos que lidamos com pessoas e não com processos ou procedimentos, internalizamos outras possibilidades, as quais nos dão acesso a uma maior gama de ações na solução dos conflitos.

Buscar um pensamento independente é a próxima instância após percebermos a ampliação do universo no qual estamos inseridos. Ao pensarmos em um contexto profissional, a quantidade de variáveis que surgirão ao adequarmos nossas relações humanas nos criará novos papéis e possibilidades, que se não nos permitirmos pensar, toda ação irá por terra. Confira abaixo algumas dicas para se manter resiliente:
  1. Mantenha a mente aberta. 
  2. Não se esqueça de manter o bom humor, pois este ingrediente é o diferencial dos vencedores. Quem alimenta o ódio e o rancor, além de não alcançar seus objetivos, corre o risco de adoecer precocemente.
  3. Busque perceber o tempo todo seus próprios sentimentos, pois desta maneira não será pego de surpresa por momentos incontroláveis. Aproveite e esteja atendo aos sentimentos das pessoas a sua volta, pois esta poderá ser sua “arma secreta” para evitar conflitos.
  4. Mantenha-se sempre compromissado com a vida, vivendo plenamente seus planos e objetivos, podendo ressignificá-los a qualquer tempo, ou seja, refazer seus projetos.
Por fim acredito em três princípios básicos para a vida, os quais também servem aos resilientes:
  1. Priorize-se – você em 1º lugar pode fazer bem ao mundo todo!
  2. Recomece sempre – você sempre pode reescrever a sua própria história.
  3. Nunca desista – sempre há uma saída.
Maurício Figueiredo (Psicólogo e Pedagogo, pós-graduado em Luto. Consultor em Recursos Humanos. Psicólogo do Centro de Apoio Social da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Diretor do Instituto Atena de Psicologia Aplicada - http://www.mauriciofigueiredo.blogspot.com/)

FONTE: HSM Online em 01/11/2010

Para casar, homens mais novos

As mulheres que se derretem por homens mais novos deixaram o exílio para entrar na moda. Depois de Madonna e Demi Moore na vida real e Maitê Proença na ficção, agora são os dados do IBGE que confirmam: casais onde ela é a mais velha são cada vez mais comuns.
 

A taxa de nupcialidade aumentou entre os grupos mais velhos e, quando se trata das mulheres, o grupo etário de 20 a 24 anos foi de 34%, o maior nesse critério, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas. Fora isso, a idade das solteiras na data do casamento está cada vez maior, se comparada à idade dos noivinhos. O número de registros civis entre homens mais velhos com mulheres mais novas ainda é maior, mas o contrário cresce de maneira potencial.

Em 1999, apenas 19% delas eram mais velhas. Dez anos depois, 23%. Ano passado, mais de um terço dos casamentos foram entre mulheres mais velhas do que os homens, no grupo de 25 a 29 anos! "Quando trouxe meu namorado em casa pela primeira vez, achei que minha mãe ia morrer. Ele é 9 anos mais novo - e aparenta até mais", lembra Ana Maria, de 35 anos. Hoje, casados desde 2004, ninguém mais fala nada na família. "Mas, na rua, o povo sempre olha estranho". Ana não liga para o preconceito e conhece mais amigas que preferem sair com os mais novos. "Falta homem mais velho no mercado, eles só querem as mocinhas. Aí, a mulherada se diverte com os mais novos também", brinca.

Os dados mostraram também que cada vez mais pessoas divorciadas ou viúvas estão apostando suas fichas em uma nova relação. E mesmo com os solteiros liderando a taxa de casamentos no Brasil (82,4%, em 2009), os ‘recasamentos’ de viúvos e divorciados mantiveram a tendência de crescimento. Se resultado da liberação dos costumes ou do entendimento de que a vida não começa o acaba junto com o casamento, o fato é que as relações - e a maneira como as pessoas a encaram - estão mudando. Ainda bem.

Outro dado importante de ser notado com a pesquisa é da queda do mito de que só é possível ser mãe no começo da juventude. Em estados como São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal já há mais mulheres tendo filhos na faixa entre 25 a 29 anos do que na faixa entre 20 e 24 anos. Além disso, há mais mães com idade de 30 a 34 anos do que mães adolescentes nesses estados.

FONTE: http://vilamulher.terra.com.br/para-casar-homens-mais-novos-3-1-30-732.html

Você é assertivo?

Assertividade é a capacidade de expor de maneira clara – e sem máscaras – o que se pensa, sente ou quer.

Existem pessoas que encarnam com uma natureza por demais flexível e necessitam praticar a meditação para serem mais assertivas na razão (trabalhar o enraizamento e os pés no chão). Existem pessoas que encarnam com uma natureza por demais rígida e necessitam trabalhar a meditação para serem mais flexíveis e assertivas no coração (trabalhar a sensibilidade e o emocional).

Asseritivdade é falar e agir com sinceridade, sem inibição, temor ou agressividade. É ser claro e afirmativo, sem deixar dúvidas sobre o que pensamos e sentimos, porém, sem agredir ou provocar incômodo demasiado na outra pessoa. Assim, assertividade é a arte de defender nosso espaço vital, nosso mundinho particular, sem recuar e sem agredir.
Nem sempre é fácil nos expressarmos dessa forma porque, desde pequenos, nos ensinaram que a passividade , a omissão e até mesmo a submissão, em alguns casos, seriam nossas aliadas para viver em paz e longe dos conflitos. Essa cultura é o maior obstáculo para que adotemos atitudes assertivas no nosso dia-a-dia. A assertividade é tida como a mais eficaz forma de defesa do nosso espaço vital.

NÃO: A PALAVRA MAIS PERIGOSA
O não representa a quebra de uma expectativa. Ninguém gosta de ouvir um não, porque não é rejeição, e ninguém gosta de ser rejeitado. Nós não somos educados para aceitar a rejeição como uma circunstância normal da vida. Dizer não é sempre arriscado, embora, muitas e muitas vezes, seja necessário, imperioso, urgente, adequado e conveniente.
O grande segredo é aprender a dizer não e aprender a ouvir não, porque a forma de dizer e a forma de ouvir podem fazer a diferença entre o prazer e o desencanto, entre a harmonia e o conflito.
O ser humano precisa aprender a conviver com o não como uma contingência natural do convívio e, a partir dessa regra, jogar o jogo da vida com as cartas de que dispõe.

PERFIL DE UMA PESSOA ASSERTIVA
1. Expressa seus sentimentos com espontaneidade, naturalidade e calma.
2. Adota uma posição clara e transparente, sem disfarces ou máscaras.
3. Diz sim ou não como decorrência de análise imparcial e jamais tendenciosa.
4. Enfrenta o problema e não a pessoa; seu foco é o fato e não o agente do fato.
5. É firme, quando necessário, sem ferir ninguém.
6. Sabe ser flexível, sem abandonar seu espaço vital nem invadir o do outro.
7. Faz valer os seus direitos sem, contudo, negar os direitos dos outros, que considera tão importantes quanto os seus.

PRINCÍPIOS DA ASSERTIVIDADE
A postura assertiva fundamenta-se nos seguintes princípios:
1. Na qualidade da comunicação interpessoal.
2. Na aceitação das limitações do outro, sem agressividade.
3. No respeito ao posicionamento do outro.
4. Na confiança entre as partes.
5. No reconhecimento das reais intenções do emissor e do receptor da mensagem.

A PESSOA NÃO ASSERTIVA
- Costuma dizer sim quando gostaria de dizer não.
- Teme ou receia desagradar as pessoas com quem tem contato, para evitar conflitos.
- Omite suas opiniões em discussões para não pôr seu espaço em risco.
- Só pensa na resposta depois que a oportunidade passou; a ficha cai tarde demais.
- Se for agressiva, pode responder muito vigorosamente, com rispidez, causando forte impressão negativa e, mais tarde, arrepender-se de ter agido assim.
- Passa pela vida cheia de inibições, cedendo à vontade alheia e acaba guardando desejos e sonhos sem jamais tentar realizá-los.

Você é assertivo?

Faça o teste AQUI.

FONTE: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=02815

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

DDD (Dose Doce do Dia)

'O medíocre discute pessoas.
O comum discute fatos.
O sábio discute idéias.'

Provérbio Chinês

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Você tem experiência?

No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: 'Você tem experiência?'

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e acima de tudo por sua alma.

Redação Vencedora:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Ja peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que eram as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas...

Tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção e guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?' Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência... Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

(Publicado no jornal interno do RH - Volkswagen do Brasil - nome do candidato não mencionado)

Sobre homens

Por Oprah Winfrey

Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.
Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.

Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
Mais devagar é melhor.
Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre um que realmente te faz feliz.

Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, "dane-se, mande pro inferno, esquece!”, vocês não podem “ser amigos”. Um amigo não destrataria outro amigo.

Não conserte.
Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo.
Não continue (a relação) porque você acha que “ele vai melhorar”.
Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.

A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes.
Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?

Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
Coloque limites no modo como um homem te trata.
Se algo te irritar, faça um escândalo.

Nunca deixe um homem saber de tudo.
Mais tarde ele usará isso contra você.

Você não pode mudar o comportamento de um homem.
A mudança vem de dentro.

Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você, mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.

Não o torne um semi-Deus.
Ele é um homem, nada além ou aquém disso.

Nunca deixe um homem definir quem você é.
Nunca pegue o homem de alguém emprestado.
Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.

Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate.
Todos os homens NÃO são cachorros.

Você não deve ser a única a fazer tudo
Compromisso é uma via de mão dupla.

Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações.
Não há nada precioso quanto viajar.
Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.

Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar.
Uma relação consiste de dois indivíduos completos.
Procure alguém que irá te complementar, não suplementar.

Namorar é bacana, mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.
Faça-o sentir falta de você algumas vezes
Quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele, ele se acha.

Nunca se mude para a casa da mãe dele.
Nunca seja cúmplice (ou co-assine qualquer documento) de um homem.
Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa.
Mantenha-o em seu radar, mas conheça outro.

Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam).
Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.

O medo de ficar sozinha faz com que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas.
Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém.
E se um homem te destrata, é ele quem vai perder uma coisa boa.

Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único.
Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções.

Faça a escolha certa.
CUIDE BEM DE SEU CORAÇÃO

domingo, 28 de novembro de 2010

DDD (Dose Doce do Dia)

"Quando sozinhos, vigiemos nossos pensamentos;
Em família, nosso gênio;
Em sociedade, nossa língua."
Stäel

Executivas se destacam por padrão de excelência

Mesmo as mulheres sendo minoria nas empresas (57% das companhias não tem mulheres em cargos altos), elas se destacam como profissionais que buscam o alcance de resultados e altos padrões de excelência. Pelo menos foi isso que a pesquisa "Os Estilos de Liderança e o Clima das Equipes das Executivas Brasileiras" constatou.

Realizado pelo Hay Group, o estudo baseou-se em pesquisas qualitativas com 10 mulheres CEOs e quantitativas com 50 CEOs, além de 225 colaboradores que foram ouvidos sobre o desempenho profissional de 40 mulheres líderes. No levantamento, verificou-se que as executivas valorizam o relacionamento interpessoal e buscam criar harmonia em sua equipe, incentivando a participação de seus colaboradores. Características como estas foram essenciais para apoiar o processo de maior participação do sexo feminino no mercado.

Estilos de liderança
o Hay Group divide os estilos de liderança em seis tipos: coercitivo, dirigente, afetivo, democrático, modelador e treinador. E, de acordo com o estudo realizado, o perfil de liderança da mulher se encaixa mais no modelo democrático e afetivo, seguido do coercitivo. Isso demonstraria que, ainda que seja bom elas exercerem uma liderança flexível e aberta para o diálogo, as executivas precisam trabalhar melhor o lado dirigente. É ele que proporciona a visão e o direcionamento para os colaboradores.

Outro aspecto que poderia ser aprimorado é o perfil de treinador. Ou seja, seria interessante que as profissionais tivessem um foco maior em desenvolver a equipe em longo prazo, contribuindo, dessa forma, para a formação de sucessores e de pessoas chave para a organização.

FONTE: www.revistavocerh.abril.com.br

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Acaso ou destino?

Surpreendidos por acontecimentos enigmáticos, questionamos se a vida é uma sucessão de fatos aleatórios ou se somos marionetes nas mãos do destino. Certezas a esse respeito não existem. No entanto, o debate nos faz pensar sobre a importância de fazermos boas escolhas.   

“Acreditamos que podemos controlar tudo, o que é uma ilusão. Quando compreendemos isso, nos frustramos profundamente”, Dulce Critelli, filósofa e terapeuta existencial

Bagagem antiga
Na Índia, não é possível pensar a vida sem dela extrair significados transcendentes. O cotidiano na terra de Gandhi é marcado pela ideia de carma – palavra que vem de karman, “ação”, em sânscrito, antigo idioma dos indianos –, espécie de bagagem de talentos e limitações que trazemos de vidas passadas e que influenciam positiva ou negativamente nossas ações nessa encarnação.

Muitos associam tal “herança” a um fardo que temos de carregar com resignação. É bom esclarecer que o carma está longe de ser um veredicto contra o qual nada podemos fazer.

“De acordo com as escrituras védicas, nada é imutável, tudo pode ser transformado, desde que haja um firme propósito e autoconhecimento”, declara o astrólogo védico Horacio Tackanoo, autor de Escrito nas Estrelas - Astrologia Védica no Dia a Dia (ed. Rocco).

Sob essa perspectiva, nossa missão na Terra é despertar a consciência para que possamos fazer escolhas mais sábias, capazes de transmutar essas energias, ou seja, minimizar os carmas maléficos e potencializar os benéficos. Assim, poderemos ascender espiritualmente. Segundo o astrólogo, há muitas formas de trabalhar essas cargas: aproveitando as informações concedidas pelos astros, praticando ioga e meditação, equilibrando os chacras, entoando mantras, se beneficiando do poder de cura das pedras. “Todas essas são ferramentas de transformação. Cada um decide se quer se acomodar ou mudar atitudes e hábitos”, desafia ele.

Nesse sentido, a sabedoria indiana nos reconhece como seres dotados de inteligência e discernimento e, portanto, capazes de exercitar plenamente o livre-arbítrio, termo que ocupou importantes filósofos ao longo da história. “Na Grécia Antiga, Aristóteles afirmou que os homens podiam escolher os meios para alcançar a felicidade. Já na Idade Média, Santo Agostinho defendeu que a vontade essencial pertence a Deus, mas que podemos segui-la ou não”, afirma Dulce Critelli.

Querer é poder?
Hoje em dia, prevalece a noção de que podemos criar a nossa realidade. “Na modernidade, esvazia-se a relação com a divindade. Sobra apenas o homem se expressando por meio de duas forças: a razão e o desejo. Obedeço ao pensamento ou persigo o prazer?”, aponta Dulce. O problema é que nessa busca deparamos com o imprevisível, o imponderável, e, então, percebemos que as rédeas da vida não estão nas nossas mãos. “Nós acreditamos que podemos controlar tudo, o que é uma ilusão. Quando compreendemos isso, nos frustramos profundamente”, comenta a filósofa.

Diante da decepção inevitável, sobretudo numa sociedade consumista que preza a saciedade imediata dos desejos, a solução para alguns é frear a máquina de produzir anseios. Dessa forma, evitam a dor da frustração.

“Alguns indivíduos passam a não mais desejar. Apenas aceitam as coisas como elas são ou, então, se obrigam a querer aquilo que a vida traz, acreditando que Deus ou o destino assim determinou.”

Para Dulce, essa saída de emergência desemboca na supervalorização do “eu”, postura que, por sua vez, resulta em prepotência e isolamento. Um grande equívoco, já que, segundo ela, a transformação só se efetiva mediante a ajuda dos nossos pares.

“Temos de estabelecer parcerias com as pessoas. Apenas por meio da colaboração podemos atingir nossos objetivos”, propõe a filósofa. Esse pacto, ela avisa, não só dá trabalho, como exige paciência e humildade. “Temos de ter determinação para nos mantermos em nossos propósitos e flexibilidade para lidar com os imprevistos, e também com a aceitação ou recusa do outro”, pondera.

Melhor assim. Afinal, por acaso ou por uma série de coincidências armadas pelo destino, estamos vivos e devemos continuar alimentando nossos sonhos e desejos.


Por Raphaela de Campos Mello

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Só podemos perder o que não temos


Por Sandra Maia

Na última semana, terminei de ler um livro que um amigo muito querido me presenteou. Falava de auto-descoberta, auto-conhecimento – tratava de temas complexos sobre o expandir da consciência, ampliar o olhar sobre si mesmo – tudo banhado de espiritualidade e conceitos da psicologia. Enfim, dentre os inúmeros temas que pude revisitar ao ler esse livro, um em especial me chamou a atenção: a morte. Nesse capítulo o autor deixava claro um ponto que quero compartilhar com você: a questão da perda.

É verdade que toda perda é um processo dolorido, sofrido. Um processo que nos faz pensar e repensar, refletir sobre nossas vidas, nosso tempo, a forma como aproveitamos ou não esse milagre que é viver e se relacionar, estabelecer relações. Tudo isso faz sentido se ampliarmos o conceito da morte e compreendermos que morremos todos os dias e, renascemos todo amanhecer. A morte nada mais é que o fim de um ciclo e início de outro.

Desapego
E, se morremos, ou melhor, perdemos algo de um lado, de outro ganhamos com certeza. Morrer, romper, terminar, deixar – tudo isso demanda desapego, amor próprio, demanda o aceitar, confiar e agradecer o que recebemos. Um alento é saber reconhecer que só perdemos o que não temos. Explico: só perdemos o que não é nosso, não nos pertence, não agrega, não soma, não nos faz melhor.

Vou tentar clarear… Se só perdemos o que não temos – tudo o que temos levamos conosco. Sensações, emoções, sentimentos – tudo o mais é transitório. Isto é, se alguém próximo se foi, podemos sempre ficar com o que construímos. Com o que vivemos e experimentamos juntos. É de fato só isso o que temos – bons ou maus momentos.

Talvez por isso muitos afirmem que a felicidade é uma soma de bons momentos… Ser feliz é estar mais feliz do que triste no tempo que temos para administrar nessa passagem. O quanto antes conseguirmos entender que a vida é uma passagem, viver se tornará muito mais possível além de mais prazeroso, mais delicado.
Então, exercitar o desapego, o soltar as amarras e travas que nos distanciam do que temos de melhor – nós mesmos – ficará muito mais fácil. Saber o que temos é, por isso, parte do nosso crescimento. Do nosso auto-conhecimento, nossa auto-descoberta. E, para tanto, precisamos passar a olhar com os olhos da verdade, da beleza, da ética, do amor… No mais, tudo vai dar certo.

Máscaras
A questão é que, por vezes, temos tanto medo de olhar a nossa verdade que utilizamos diferentes artimanhas para nos afastar desse nosso centro. Vivemos assim com base no medo de sermos descobertos; na ilusão de que vamos conseguir enganar a todos, inclusive a nós mesmos e, nesse sentido, inflamos nosso ego, praticamos a vaidade, nos apegamos a uma imagem ou imagens que não podem ou jamais serão nossas.
Por isso sofremos. Sofremos nas nossas relações, na nossa existência. Afinal, bem no nosso íntimo sabemos que a máscara que tanto lustramos um dia cairá. E então vamos de uma única vez nos deparar com tudo o que fizemos para tentar tapar o sol com a peneira – a nossa alma, nossa essência – com os véus…

Desiludimo-nos, perdemos o outro, perdemos a relação…

Em função de tudo isso fica aqui um convite: faça uma auditoria pessoal. Tente compreender o que é de fato seu e o que não é. Depois de tudo visto, liberte-se. A relação com certeza agradecerá… O outro e o seu ser também.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Idade interior

Olá pessoal.

Querem saber a idade interior de vocês?

Acessem Idade Interior

É muito curioso e interessante.

Minha idade interior é 14 anos...adoreeeeeeeeei rs

Bjok.

Ser espontâneo é ser divino

A porta para o divino é a espontaneidade. Ser espontâneo é ser divino. A mente nunca é espontânea, ela está sempre no passado ou no futuro, está naquilo que já foi ou naquilo que ainda não aconteceu. Entre um e outro, ela perde aquilo que é - ou seja, a porta presente.

O momento presente não é parte do tempo, por isso a mente não pode acessá-lo. Mente e tempo são sinônimos. Você pode dizer que a mente é o tempo dentro de seu ser, e o tempo é a mente fora de você, mas eles são um único fenômeno.

O momento presente não é parte do tempo nem da mente. Quando você está no momento presente, está em um estado divino. Esse é o verdadeiro significado da meditação, o verdadeiro significado da oração, o verdadeiro significado do amor.

E, quando você age no momento presente, essa ação nunca é escravizadora, porque não é sua: é o divino agindo através de você, é o divino fluindo através de você.

Osho, em "Meditações Para a Noite"

domingo, 21 de novembro de 2010

Viver ou juntar dinheiro?

Por Max Gehringer

Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
               
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.

Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.
                 
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.

Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
 
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

                 Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO.

sábado, 20 de novembro de 2010

Um tempo para cada coisa

Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu:

Tempo de nascer e tempo de morrer;
Tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar e tempo de curar;
Tempo de demolir e tempo de construir;
Tempo de chorar e tempo de rir;
Tempo de gemer e tempo de dançar;
Tempo de atirar pedras e tempo de ajuntá-las;
Tempo de abraçar e tempo de apartar-se;
Tempo de procurar e tempo de perder;
Tempo de guardar e tempo de jogar fora;
Tempo de rasgar e tempo de costurar;
Tempo de calar e tempo de falar;
Tempo de amar e tempo de odiar;
Tempo de guerra e tempo de paz.

Eclesiastes 2.3

Estamos com fome de amor

Por Arnaldo Jabor

O que temos visto por aí?
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.

Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plásticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer, mas...

Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, ...sozinhos
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.

E não é só sexo não!

Se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama... sexo de academia...

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalísticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.

Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.....
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!"
até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, mutilando-se em nome da tal "beleza".

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos.
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário.
Para chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras),  é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, famílias preconceituosas.

Alô,  gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...

Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado. "Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor.
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais.

Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem a ver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida. E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?

Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele. E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"

Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado.

O que realmente não dá é para continuarmos achando que viver é in ou out.
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros. 

Eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me
arrepender pelo resto da vida".

Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo.


domingo, 14 de novembro de 2010

Definições

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa qu ando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação

Esse negócio de amor, não sei explicar.
 
Mario Prata
 
Obrigada pelo texto, Marcelo.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Encerrando ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.

Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível.

Um hábito não é uma necessidade.


Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.

E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão

Fernando Pessoa, poeta e escritor português

DDD (Dose Doce do Dia) - Liderança

Transferência de paixão, segundo Antoine de Saint-Exupéry (autor de "O Pequeno Príncipe"):

“Se você quiser construir um barco, reúna seus homens, 
mas não os mande para a floresta derrubar árvores, serrar os troncos, pregas as tábuas. 

Em vez disso, ensine-os a desejar o mar.”

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Pobre Urbano

Gente,

Vai aí uma mega dica de economia da minha miga Jo.

Você que já conhece o Peixe Urbano, vai adorar o irmão Pobre Urbano

Promoções meeeeeeeeega interessantes hauhauha.

Obrigada Jo!

Bjoks.

Descubra o seu tipo de personalidade

Olá pessoal.

Hoje recebi de um grupo do Linked In um email com um teste de personalidade. Apesar de eu já ter feito vários destes testes, nada se compara no quesito resultado quanto o que este teste dá.

Experimentem, vale muito a pena:

Tipo de Personalidade e Temperamento

Bjoks.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tristeza como uma meditação

A tristeza pode se tornar uma experiência muito enriquecedora. Você precisa trabalhar nela.

É fácil fugir de sua tristeza — e todos os relacionamentos são geralmente fugas: a gente simplesmente prossegue evitando-a. E ela está sempre oculta lá... a corrente continua.

Mesmo no relacionamento ela irrompe muitas vezes. Assim a gente tende a lançar a responsabilidade sobre o outro, mas isso não é a coisa real. É a sua solidão, sua própria tristeza. Você ainda não atentou para isso, desse modo ela irá surgir de novo e novamente.

Você pode fugir no trabalho. Você pode escapar com alguma ocupação, no relacionamento e na sociedade, nisso e naquilo, viajando, mas ela não irá embora, porque ela é parte do seu ser.

Todo homem nasce sozinho — no mundo, mas sozinho; vem através dos pais, mas sozinho. E todo homem morre sozinho, novamente deixa o mundo sozinho. E entre essas duas solidões prosseguimos iludindo e enganando a nós mesmos.

É bom criar coragem e mergulhar em nossa solidão. Embora isso possa parecer duro e difícil no princípio, vale muito a pena. Uma vez que você se arranja com isso, uma vez que você começa a desfrutar disso, uma vez que você sente isso não mais como tristeza, mas como silêncio, uma vez que você compreende que não há como escapar disso, você relaxa.

Nada pode ser feito sobre isso, então por que não desfrutá-la? Por que não penetrar profundamente e sentir o sabor dela, ver o que ela é? Por que ficar desnecessariamente assustado? Se ela vai estar lá presente e se é um fato, existencial, não acidental; então por que não chegar a um acordo com ela? Por que não chegar nela e ver o que ela é?

Quando você se sentir triste, sente-se silenciosamente e permita a tristeza chegar; não tente escapar dela. Torne-se tão triste quanto possível. Não a evite — essa é uma coisa para lembrar. Grite, chore... sinta todo o sabor disso. Grite muito... se jogue no chão... role — e deixe isso prosseguir por si mesmo. Não o force; isso irá, porque ninguém pode ficar num humor permanente.

Quando ela se vai você se sentirá descarregado, absolutamente aliviado, como se toda a gravidade tivesse desaparecido e você pudesse voar, leve. Esse é o momento para penetrar em si mesmo.

Primeiro traga a tristeza. A tendência geral é não permitir isso, encontrar algum jeito e meios para que você possa olhar para outra coisa — ir para um restaurante, para uma piscina, encontrar os amigos, ler um livro ou ir para o cinema, tocar uma guitarra; fazer algo, a fim de que você possa estar ocupado e possa desviar sua atenção para alguma outra coisa.

Isso é para ser relembrado — quando você estiver se sentindo triste, não perca a oportunidade. Feche as portas, sente-se e sinta-se tão triste quanto possa, como se o mundo inteiro fosse um inferno. Vá fundo nisso... mergulhe nisso. Deixe que todo pensamento triste penetre em você, que cada emoção triste lhe agite. E grite e chore e diga coisas, e as diga bem alto, não há nada com que se preocupar.

Portanto, primeiro viva a tristeza por alguns dias, e quando o momentum da tristeza se for, você irá se sentir muito calmo, em paz — como a gente sente após uma tempestade. Nesse momento sente-se silenciosamente e desfrute do silêncio que está chegando por si mesmo. Você não o trouxe; você estava trazendo tristeza. Quando a tristeza se vai, na vigília, o silêncio se assenta.

Escute esse silêncio. Feche seus olhos. Sinta-o... sinta a própria textura dele... a fragrância. E se você se sente feliz, cante, dance.

Osho, em "Be Realistic: Plan for a Miracle"

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A influência do stress sobre o cérebro

O pensamento é uma informação, uma energia que busca o seu complemento, assim como uma pergunta que procura a sua resposta, e apenas quando a encontra ocorre o equilíbrio.

A fase posterior do pensamento é a realização, onde a informação passa ao setor do cérebro responsável pela ativação dos músculos para a realização e materialização da ideia anteriormente concebida.

Em condições de stress a pergunta não encontra a sua resposta, portanto a energia dessa informação fica sem o seu complemento e termina por agredir alguma área do cérebro.
Traduzindo: na linguagem bioquímica, o estímulo nervoso sai do neurônio na forma de neurotransmissores e não encontra o seu destino (os neurotransmissores), portanto terão que ser desintegrados pelo organismo. É óbvio que, se o indivíduo não encontrar a resposta e continuar forçando o cérebro sem descanso, vai chegar um momento que o organismo não vai dar conta de expulsar as toxinas resultantes da desintegração dos neurotransmissores, e então, este stress pode gerar lesões cerebrais.

Enfim, todo pensamento precisa encontrar o destino, caso contrário ocorre o que denominamos de stress negativo.

As ideias encontram o seu caminho correto quando a pessoa se encontrar em um estado de serenidade, paz e harmonia, que são faculdades da alma.

FONTE: Exercícios Cerebrais, Por que e como praticar?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

DDD (Dose Doce do Dia)

Uma pessoa tem que aceitar melhor os altos e baixos da vida.
Há um ritmo: algumas vezes você sentirá que está sintonizado,
Outras julgará que não está, isso é natural.

É como o dia e a noite, o verão e o inverno.
Uma pessoa tem que aprender a parte obscura de tudo.
Se você não consegue aceitar a parte obscura,

Você se torna desnecessariamente perturbado
E esta perturbação tornará as coisas mais complicadas.

Quando acontecer algo bonito, aceite e fique agradecido.
Quando não acontecer, também aceite e continue a sentir-se agradecido

Sabendo que este é apenas um caminho intermediário.

Osho, 2005

Flexibilidade

Comecei a ler o livro "SobreViver: Instinto de Vencedor" da Claudia Riecken que fala sobre resiliência, que é a capacidade de reverter uma situação adversa.

Um dos capítulos fala sobre o perfil do sobrevivente e o que é necessário para se tornar um. A autora aborda como as pessoas buscam o equilíbrio em suas vidas. As pessoas mal equilibradas procuram outras em igual estado, por exemplo: pessoas pessimistas buscam pessoas otimistas.

As pessoas estão sempre em busca do equilíbrio e diante de uma situação polarizada buscam o equilíbrio no sistema por meio do outro.

Porém, essa não é a maneira ideal de se buscar o equilíbrio. A saída é trabalhar nossa flexibilidade. O primeiro passo é se permitir internamente. Ouvir seus desejos mais profundos e genuínos.

O nome do jogo é escolha. Uma escolha originada internamente, natural, espontânea, de tão sua que é. Um mecanismo pessoal.

Trata-se de um acesso às emoções primárias estruturais em nós, que nos oferece a medida da nossa capacidade de fazer o oposto, não o oposto convencionado "fora", mas o oposto do nosso próprio padrão.

Se a flexibilidade for desenvolvida, nos adaptaremos melhor às situações e superaremos adversidades mais depressa.


Antes de mais nada, ser flexível é sobreviver a si mesmo.