FONTE: Trendwatching.com
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
12 Tendências de Consumo para 2012
Em 2012, lojas de departamentos, empresas aéreas, hotéis, parques temáticos e museus, se não cidades e nações inteiras estenderão o tapete vermelho para os novos imperadores, inundando os visitantes e clientes chineses com serviços e regalias feitos sob medida para, de maneira geral, enchê-los de atenção e respeito.
Espere ver os consumidores aproveitando novas tecnologias e novos aplicativos para acompanhar sua saúde pessoal e cuidar dela de maneira discreta e contínua, além de receber alertas sobre qualquer mudança.
Em 2012, os consumidores, além de continuar em busca de ofertas e descontos, também farão isso com prazer, ou até com orgulho. Hoje, ofertas estão relacionadas com mais do que a simples economia de dinheiro: tem que ver com a emoção, a caça, o controle e a sensação de esperteza e, portanto, é também uma fonte de status.
As marcas vão, cada vez mais, recolher todos os seus produtos para reciclagem (às vezes forçadas por novas legislações), além de reciclá-los de maneira responsável e inovadora.
Será que as moedas e notas de dinheiro vão desaparecer completamente em 2012? Não. Mas um futuro sem dinheiro vivo (finalmente) está de fato chegando, na medida em que grandes marcas como MasterCard e Google trabalham para construir um ecossistema todo novo de pagamentos, recompensas e ofertas que giram em torno das novas tecnologias móveis.
A maioria dos consumidores mora em cidades e, no entanto, na maior parte do mundo, a vida urbana é caótica, apertada e geralmente não muito agradável. Ao mesmo tempo, a criatividade e a vibração desses consumidores aspirantes cria oportunidades globais promissoras para marcas que se propõem a atender as centenas de milhões de CITYSUMERS de renda mais baixa. Aqui no Brasil são mais conhecidas como a nova classe C.
Qualquer coisa que faça com que seja absolutamente simples – ou que não exija esforço nenhum – para que os consumidores contribuam com alguma coisa vai fazer mais sucesso do que nunca em 2012. Devido à disseminação de sensores cada vez mais inteligentes nos telefones móveis, as pessoas serão capazes de – e estarão cada vez mais dispostas a – difundir informações a respeito de onde estão e do que estão fazendo, para ajudar a aprimorar produtos e serviços.
Por que, para os consumidores, as marcas que se comportarem de maneira mais humana, inclusive mostrando suas falhas, serão fantásticas.
Graças à explosão em andamento de smartphones e tablets com tela sensível ao toque e da "nuvem", 2012 verá uma SCREEN CULTURE (cultura da tela) que será, além de mais difundida, também mais pessoal, mais envolvente e mais interativa do que nunca.
Nunca foi tão fácil para consumidores espertos revender ou trocar compras antigas por descontos e aproveitar o valor que suas coisas têm no momento. Em 2012, a "troca por desconto" é a nova compra.
Ao mesmo tempo em que as diferenças culturais continuarão a dar forma aos desejos dos consumidores, as pessoas de classe média e/ou mais jovens em quase todos os mercados vão adotar marcas que vão além dos limites convencionais. Saiba que os produtos, serviços e campanhas sinceros, arriscados ou não-corporativos de mercados emergentes estarão em alta em 2012.
Os consumidores estão acostumados a ser capazes de encontrar praticamente qualquer coisa que esteja online ou que tenha base em texto, mas 2012 trará gratificação instantânea de informação visual ao mundo real com objetos e até pessoas.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
6 dicas para ser feliz no trabalho
Com o intuito de ajudar a construir uma rotina de trabalho feliz e harmoniosa, o Empregos.com.br elencou seis pontos fundamentais.
1. Escolha um trabalho apaixonante
Segundo Edson Félix, para ser feliz no trabalho é preciso gostar do que faz. Contudo a satisfação plena, ressalta o consultor, requer um caminho a ser trilhado. "Hoje você pode estar em uma posição não almejada. Se for o caso, encare como uma alavanca para realizar o seu sonho."
Cíntia Bortotto afirma que o profissional deve ainda descobrir qual é a sua fonte de motivação. "Algumas pessoas gostam de trabalhar com autonomia. Uma dica é atuar em áreas em que poderá ser responsável por projetos, por exemplo. Outras preferem desafios, conhecer coisas novas. Detectamos esta vontade principalmente em jovens em início de carreira."
2. Defina objetivos
O consultor Edson Félix diz que o profissional feliz planeja a sua carreira. Segundo ele, é importante definir onde você está, aonde quer chegar e qual trajeto será percorrido para atingir os objetivos. "Assim como uma empresa quando vai lançar um produto novo no mercado deve ter um planejamento para reduzir riscos, o profissional também deve traçar um plano."
3. Tenha foco em resultados
Ainda de acordo com Edson Félix, para ser reconhecido o profissional precisa apresentar resultados. O consultor destaca que quando o fluxo de trabalho funciona, o indivíduo obtém resultados positivos e consequentemente é reconhecido. "É preciso sentir parte de uma equipe. O real reconhecimento faz o profissional terminar o dia de trabalho feliz. É a hora em que ele diz: 'deu certo'."
4. Saiba lidar com conflitos
"Duas pessoas no mesmo ambiente já é o suficiente para o surgimento de conflitos", observa Jonas Tokarski, coach da Ricardo Xavier Recursos Humanos, para quem a felicidade no trabalho depende de um bom clima organizacional, salário condizente com a posição, perspectivas de crescimento dentro da empresa, dentre outros fatores.
No entanto, ele afirma que os atritos não podem interferir nos resultados. Para isso, é preciso gerenciar conflitos no trabalho. "Se for algo pequeno e localizado, converse com o seu par", recomenda Tokarski.
A consultora Cíntia Bortotto reforça que um ambiente de trabalho cooperativo certamente contribui para a felicidade. "É preciso construir relações sólidas e transparentes. O diálogo e o feedback retroalimentam as relações."
5. Invista em sua carreira
A satisfação no trabalho está ligada ainda ao preparo do profissional para assumir a sua posição na empresa. Conforme o consultor Edson Félix, uma pessoa atualizada, que faz cursos e participa de palestras periodicamente e mantém o networking fortalecido provavelmente terá uma carreira mais motivada.
"Leitura também é fundamental. Com a gama de informações que temos à disposição, o profissional corre o risco de ficar desatualizado em pouco tempo."
6. Adote uma postura otimista
Para o coach Jonas Tokarski, o profissional precisa alimentar a mente com ideias positivas desde a hora em que levanta da cama. "Pense em fazer melhor que ontem, construa bons relacionamentos, resolva os problemas de imediato, tenha ambições dentro da empresa", recomenda.
FONTE: Empregos.com.br
1. Escolha um trabalho apaixonante
Segundo Edson Félix, para ser feliz no trabalho é preciso gostar do que faz. Contudo a satisfação plena, ressalta o consultor, requer um caminho a ser trilhado. "Hoje você pode estar em uma posição não almejada. Se for o caso, encare como uma alavanca para realizar o seu sonho."
Cíntia Bortotto afirma que o profissional deve ainda descobrir qual é a sua fonte de motivação. "Algumas pessoas gostam de trabalhar com autonomia. Uma dica é atuar em áreas em que poderá ser responsável por projetos, por exemplo. Outras preferem desafios, conhecer coisas novas. Detectamos esta vontade principalmente em jovens em início de carreira."
2. Defina objetivos
O consultor Edson Félix diz que o profissional feliz planeja a sua carreira. Segundo ele, é importante definir onde você está, aonde quer chegar e qual trajeto será percorrido para atingir os objetivos. "Assim como uma empresa quando vai lançar um produto novo no mercado deve ter um planejamento para reduzir riscos, o profissional também deve traçar um plano."
3. Tenha foco em resultados
Ainda de acordo com Edson Félix, para ser reconhecido o profissional precisa apresentar resultados. O consultor destaca que quando o fluxo de trabalho funciona, o indivíduo obtém resultados positivos e consequentemente é reconhecido. "É preciso sentir parte de uma equipe. O real reconhecimento faz o profissional terminar o dia de trabalho feliz. É a hora em que ele diz: 'deu certo'."
4. Saiba lidar com conflitos
"Duas pessoas no mesmo ambiente já é o suficiente para o surgimento de conflitos", observa Jonas Tokarski, coach da Ricardo Xavier Recursos Humanos, para quem a felicidade no trabalho depende de um bom clima organizacional, salário condizente com a posição, perspectivas de crescimento dentro da empresa, dentre outros fatores.
No entanto, ele afirma que os atritos não podem interferir nos resultados. Para isso, é preciso gerenciar conflitos no trabalho. "Se for algo pequeno e localizado, converse com o seu par", recomenda Tokarski.
A consultora Cíntia Bortotto reforça que um ambiente de trabalho cooperativo certamente contribui para a felicidade. "É preciso construir relações sólidas e transparentes. O diálogo e o feedback retroalimentam as relações."
5. Invista em sua carreira
A satisfação no trabalho está ligada ainda ao preparo do profissional para assumir a sua posição na empresa. Conforme o consultor Edson Félix, uma pessoa atualizada, que faz cursos e participa de palestras periodicamente e mantém o networking fortalecido provavelmente terá uma carreira mais motivada.
"Leitura também é fundamental. Com a gama de informações que temos à disposição, o profissional corre o risco de ficar desatualizado em pouco tempo."
6. Adote uma postura otimista
Para o coach Jonas Tokarski, o profissional precisa alimentar a mente com ideias positivas desde a hora em que levanta da cama. "Pense em fazer melhor que ontem, construa bons relacionamentos, resolva os problemas de imediato, tenha ambições dentro da empresa", recomenda.
FONTE: Empregos.com.br
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Os 4 pilares da Empatia
Comunicar à medida dos destinatários
Empatia, do grego "páthos", estado de alma s. f., capacidade psicológica para se identificar com o eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas.
Certamente já reparou como certas pessoas conseguem comunicar as suas ideias e os seus pontos de vista com muita facilidade. Mais ainda, existem pessoas cuja argumentação parece ter sido feita à medida dos seus destinatários, conseguindo de imediato captar a atenção de todos e, invariavelmente, ter o apoio unânime de quem os ouve. Este é o efeito da empatia.
Apesar de, na maior parte das vezes, nem nos apercebermos de como este elemento simples pode modificar toda a perspectiva com que se desenrola, por exemplo, uma negociação, a verdade é que a empatia é uma ferramenta essencial em todas as vertentes da nossa vida, e ainda mais insubstituível quando pretendemos resultados profissionais.
1. Competência inata ou adquirida?
Como a maior parte das características pessoais, a empatia tem tanto de natural como de aprendizagem. Na realidade, nem todos possuímos inatamente esta característica e, mesmo entre quem a tem, poucos a sabem utilizar a seu favor. No entanto, qualquer um a pode desenvolver. E para uma empatia de qualidade, que conduz a resultados concretos e ao sucesso, requer-se sempre treino.
Assim, com alguma prática e persistência, poderemos desenvolver esta capacidade de modo a que depois possa funcionar de forma automática.
2. Empatia e comunicação
A empatia é uma ferramenta poderosa que permite com que duas ou mais pessoas interajam de forma proveitosa. No fundo, é através da empatia que se criam as pontes de comunicação entre duas pessoas.
Nem sempre a forma que escolhemos para transmitir uma ideia é suficiente para que ela seja perfeitamente entendida pelo nosso destinatário. Assim, a empatia tem tudo a ver com as palavras que escolhemos e a forma como as organizamos para comunicar as nossas ideias. Se temos algo a dizer, é essencial sabermos escolher a forma de, não só transmitir a ideia, mas faze-la ser bem compreendida por quem nos ouve.
3. Saber escutar
Tão importante como a forma como se comunica é a forma como se escuta. A base de toda a empatia está em demonstrar que só quer dar o que o outro precisa. A isto se chama empatia. O que temos não é mais nem menos que a resposta, na medida certa, às necessidades dos outros.
Para tudo isto, torna-se essencial compreender as necessidades do seu interlocutor, ouvi-lo e entendê-lo.
4. Os limites da palavra
O segredo da boa empatia passa igualmente por manter limites na forma como se expressa. Não seja excessivo, nem ostentoso. O excesso de ênfase nas suas palavras podem criar o efeito inverso e suscitar a dúvida sobre as suas reais capacidades e a veracidade das suas afirmações. Por outras palavras, a intenção funciona melhor quando não é claramente intencional. Ou seja, mais do que ostentar o objectivo, é preciso saber fazer acreditar que temos a resposta. Caso contrário, o que irá transparecer não é sua qualidade profissional, mas o esforço que está a fazer para parecer convincente.
sábado, 19 de novembro de 2011
Como tomar decisões?
Ao tomarmos uma decisão, o cérebro ativa 3 engrenagens: o instinto, a experiência e a razão.
Para nos levar à melhor alternativa, o cérebro tem um sistema capaz de esmiuçar dilemas. Esse sistema conta com 3 engrenagens, ativadas por qualquer escolha que apareça na nossa frente - pode ser algo que nos obrigue a mudar de cidade ou só a trocar a marca da margarina.
Uma das engrenagens representa o desejo de chegar à conclusão mais lógica.
Outra está ligada a tudo o que você já viveu e aprendeu.
E a terceira tem a ver com seus antepassados.
Cada uma das 3 analisa as alternativas por um ponto de vista, mas nenhuma dá conta de resolver o problema sozinha. É como se o trio formasse uma banca de advogados. Individualmente, cada engrenagem tem uma opinião, mas precisa apresentá-la às outras e convencê-las. Como acontece em qualquer discussão, alguma delas vai falar mais alto. E a banca apresentará o caminho a ser tomado, em conjunto. Pronto, está tomada a decisão.
Ainda que queira nosso bem, essa banca às vezes nos coloca numa enrascada. Mas dá para se prevenir. E o primeiro passo é conhecer essas tais engrenagens. Para isso, pedimos que você faça algo simples: escolha.
INSTINTO
No dia a dia o instinto entra em cena em situações banais e cruciais. Se você está dirigindo na estrada e vê um posto, talvez fique com vontade de ir ao banheiro (é o instinto vendo a oportunidade de ajudar o corpo). Mas, se uma pessoa com jeito suspeito também entrar no posto, você dará meia-volta, confiando na sensação que indica um assalto prestes a ocorrer. Em uma festa, se você está à procura de um par, os instintos também vão agir. Você carrega milhares de anos de evolução na arte de buscar o parceiro ideal, mesmo sem saber nada disso racionalmente. Cheiros, jeito de expressar, tudo é avaliado no seu cérebro sem que você perceba. Se uma boa combinação aparecer, o instinto vai lançar estímulos para a parte racional do cérebro. E você se sentirá atraído por alguém.
"Sem o instinto, não conseguiríamos escolher as coisas mais básicas da vida", diz André Palmini, chefe do Serviço de Neurologia do Hospital São Lucas da PUC do Rio Grande do Sul. Mas é importante lembrar que o instinto zela pela sua integridade no instante em que a escolha aparece. Ou seja: ajuda principalmente nas decisões imediatas. Quando ele escolhe alguém em uma festa, não está dizendo que você deve se casar com ela - isso depende também das outras engrenagens do cérebro.
QUANDO USAR: Se não der tempo de recorrer à razão
EXPERIÊNCIA
Todas as experiências que acumulamos na vida são registradas e catalogadas por uma região do cérebro, o sistema de recompensas. Essa área se lembra de tudo o que nos deu prazer em algum momento da vida. E do que nos deu frustração. Esses dados ficam guardados porque podem ser extremamente úteis em certos momentos.
Como quando um atacante se vê diante do goleiro e precisa chutar no lugar certo para fazer o gol. É melhor buscar o canto, num toque rasteiro, ou encobrir o goleiro? Ele não tem muito tempo para calcular a velocidade da bola, estudar a posição do goleiro, analisar a distância do gol. Não pode agir racionalmente - será guiado pela experiência. Em todas as jogadas parecidas vividas pelo jogador, o sistema de recompensas anotou o nível de prazer e de frustração de cada chute. Nos que foram bem-sucedidos, neurônios liberaram dopamina, uma substância ligada ao prazer, e associaram as jogadas com alegria. Agora, diante de um quadro parecido, os neurônios já sabem o que fazer: disparar dopamina antes do chute. É um aviso para o resto do cérebro que indica o caminho a ser seguido. E o jogador terá a certeza de que uma das jogadas parece mais acertada do que as outras. Antes que ele possa refletir, sua perna já terá disparado o chute.
QUANDO USAR: Quando precisamos decidir imediatamente e temos a sensação de que uma opção é melhor do que a outra.
RAZÃO
Lá vem dor de cabeça. É o que pensamos quando tomamos uma decisão importante, como mudar para uma nova casa. Aliás, casa... ou apartamento? Em qual bairro? Com ou sem área de lazer? Processar todos esses cálculos parece um martírio para o cérebro. Mas nós temos um método bem bom para matar essa leva de trabalho, desenvolvido pelo córtex pré-frontal (a área do cérebro que fica logo atrás da testa e raciocina em cima dos nossos problemas). O sistema é simples: comparar tudo. Se estamos indecisos entre alugar ou comprar um imóvel, o cérebro compara todas as consequências das duas opções. Ele não quer saber se você está prestes a realizar o sonho da casa própria - vai analisar, dado a dado, se o negócio vai ser mais vantajoso. Como um contador olhando um balanço. QUANDO USAR: Quando o resultado da escolha impõe mudanças drásticas ou tem impacto no seu futuro.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
De onde vem o riso?
Com certeza você já ouviu a frase “rir é o melhor remédio” – e em alguns casos parece que é mesmo. Rir é um comportamento que nos insere socialmente, nos aproxima de outras pessoas e nos ajuda a ser aceitos. Pesquisas indicam, por exemplo, que, entrando em uma loja onde dois vendedores atendem, é maior a probabilidade de a pessoa se aproximar do que sorri. Embora o ato geralmente seja associado ao humor, estudos revelam que em mais de 80% das vezes o que faz sorrir é a polidez, o desejo de ser socialmente aceito, a ironia e a tensão.
Um dos pontos que durante anos mais intrigou os cientistas foi o desafio de compreender em que região do cérebro “nascia” o riso. Hoje se sabe que não há um único local dedicado exclusivamente a essa função – o que temos são diversas de regiões que participam desse comportamento. Acredita-se, por exemplo, que o ato físico de rir seja deflagrado por um mecanismo no tronco encefálico que modifica a respiração, garantindo que os sons de uma boa risada sejam produzidos. O curioso é que essa região (a mais antiga do sistema nervoso) regula funções fundamentais, o que nos leva a crer que rir foi fundamental para incluir nossos ancestrais nos grupos – e, assim, ter mais chances de sobreviver e propagar seus genes. Já o humor mais sutil e os jogos verbais requerem trabalho do lobo frontal, desenvolvido bem mais recentemente no cérebro: exames de ressonância magnética mostram que essa área se ilumina quando as pessoas acham uma piada engraçada, indicando que a compreensão mais refinada do humor é de fato um sinal de evolução.
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/de_onde_vem_o_riso_.html
sábado, 12 de novembro de 2011
DEALER-CHIC: um novo estilo de consumo
Examinando não apenas as várias maneiras inovadoras usadas pelas marcas para fazer promoções e ofertas, a atitude dos consumidores em relação aos descontos e ofertas está mudando.
A avalanche de ofertas atualmente disponíveis aos consumidores não é apenas um sintoma de curto prazo da crise financeira; está nascendo a geração DEALER-CHIC.
Os consumidores sempre adorara m conseguir boas ofertas ou recompensas exclusivas, mas em vez de precisar esconder as próprias barganhas, garantir a melhor oferta hoje é aceito, para não dizer almejado, pelos compradores.
A caça por ofertas vai continuar fazendo parte integral da vida dos consumidores, já que hoje isto não está ligado apenas à economia de dinheiro: traz consigo emoção, sensação de empenho e de controle, e noção de esperteza, de modo que se torna uma fonte de status.
Os consumidores sempre adorara m conseguir boas ofertas ou recompensas exclusivas, mas em vez de precisar esconder as próprias barganhas, garantir a melhor oferta hoje é aceito, para não dizer almejado, pelos compradores.
A caça por ofertas vai continuar fazendo parte integral da vida dos consumidores, já que hoje isto não está ligado apenas à economia de dinheiro: traz consigo emoção, sensação de empenho e de controle, e noção de esperteza, de modo que se torna uma fonte de status.
Não quer dizer que todos os tipos de consumo serão dominados por bens e serviços com desconto. No entanto, para consumidores preocupados com os status (leia-se: todos eles), aproveitar ao máximo descontos e ofertas já não é mais considerado algo que dá trabalho ou que é motivo para acanhamento, mas simplesmente uma coisa inteligente.
Aliás, DEALER-CHIC é mais um exemplo das mudanças de longo prazo que estão se dando na arena do consumo, em que consumidores precavidos têm mais escolhas, maiores expectativas e mais controle, ao mesmo tempo em que consumidores maduros têm relação cada vez menos de reverência no que diz respeito às marcas.
Então, apresentamos aqui apenas três das razões por que DEALER-CHIC tem tudo para crescer cada vez mais nos próximos anos:
Aliás, DEALER-CHIC é mais um exemplo das mudanças de longo prazo que estão se dando na arena do consumo, em que consumidores precavidos têm mais escolhas, maiores expectativas e mais controle, ao mesmo tempo em que consumidores maduros têm relação cada vez menos de reverência no que diz respeito às marcas.
Então, apresentamos aqui apenas três das razões por que DEALER-CHIC tem tudo para crescer cada vez mais nos próximos anos:
- MAIS POR MENOS: Ao mesmo tempo em que muita gente nas economias desenvolvidas talvez tenha menos dinheiro para gastar neste momento, os consumidores de todos os lugares sempre vão querer experimentar mais.
- O MEIO É A MOTIVAÇÃO: Os consumidores hoje recebem alertas sobre ofertas e promoções, que usam, reaproveitam e compartilham por meio de novas (e portanto infinitamente mais emocionantes e atraentes) tecnologias.
- O MELHOR DO MELHOR: Com acesso instantâneo, móvel ou online, a ofertas e também aavaliações sobre elas, os consumidores hoje podem ficar confiantes de que conseguirão o melhor preço pelo melhor produto ou serviço.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Friendship With Benefits
“Amizade com benefícios” está se tornando popular.
Uma em cada três mulheres solteiras já fez sexo com um amigo,
aponta pesquisa do site MyCelebrityFashion, feita no Reino Unido.
O motivo: metade não quer saber de compromisso;
19% querem só se divertir e só 8% pensam em algo a mais.
Uma em cada três mulheres solteiras já fez sexo com um amigo,
aponta pesquisa do site MyCelebrityFashion, feita no Reino Unido.
O motivo: metade não quer saber de compromisso;
19% querem só se divertir e só 8% pensam em algo a mais.
Foram ouvidas 2.168 mulheres.
FONTE: Terra.com.br
Consumidores são mais influenciados por comentários positivos que negativos
A maioria (58%) dos consumidores acredita que comentários e recomendações elaboradas por usuários em sites de redes sociais são mais confiáveis do que se estas mesmas informações estivessem publicadas em sites de outro setor, segundo uma pesquisa divulgada em outubro de 2011 pela Performics e conduzida pela ROI Research. Dados do estudo “2011 Social Shopping Study” também mostram que aproximadamente metade dos compradores são influenciados por opiniões e recomendações favoráveis, enquanto 45% afirmam ser influenciados por análises negativas de outros usuários com preferências de consumo semelhantes.
Lojas virtuais desempenham papel importante durante o processo de compra
Cerca de 72% dos consumidores consideram as lojas virtuais uma etapa importante do processo de compras, número que é 25% maior do que os 58% que consideram sites de ofertas como um fator relevante. Outros 41% afirmam que as redes sociais são parte representativa do ciclo de compras.
Um em cada 5 se utiliza de sites de ofertas diárias para procurar promoções
Dentre os usuários ativos de redes sociais, 19% navegam diariamente em sites de ofertas na busca por cupons e promoções, enquanto 15% utilizam redes sociais para saber a respeito de novos produtos e apenas 10% utilizam diariamente lojas virtuais para outros estágios do processo de compras, como pesquisar informações sobre o produto, ler análises, fazer comparações e verificar sua disponibilidade em estoque.
Lojas virtuais são populares antes da conclusão da compra
Embora as redes sociais sejam utilizadas com maior frequência para saber a respeito de novos produtos, a maioria dos consumidores (87%) utiliza lojas virtuais para procurar por algum produto, enquanto 83% utilizam este tipo de site de e-commerce antes de fechar uma compra. O percentual representa quase dois terços dos consumidores que fazem uso frequente das redes sociais ou sites de ofertas antes de finalizar uma compra.
No entanto, após a aquisição, o foco se altera em favor das redes sociais: aproximadamente 59% compartilham com muita frequência suas experiências em redes sociais após adquirir algum bem de consumo, ante 57% dos que fazem o mesmo em lojas virtuais e 51% em sites de ofertas.
Outros Resultados
69% dos consumidores norte-americanos acessam o site da Amazon.com ao menos uma vez no mês, o que o torna o site de e-commerce mais popular dos Estados Unidos, a frente do eBay (53%) e outros sites de varejistas (52%).
Sites de comparação de preços têm desempenho inferior: apenas 27% visitam o Google shopping no mínimo uma vez por mês, com 23% fazendo o mesmo com o Yahoo shopping e Bing shopping (13%).
47% dos compradores são cadastrados no Groupon, número bem distante dos 27% registrados no Living Social e 15% no Eversave.
Nielsen: Usuários de redes sociais confiam mais nas informações de outros consumidores
Usuários de redes sociais são mais propensos em acreditar nas informações de produtos e serviços providas por outros consumidores, de acordo com dados divulgados em outubro de 2011 pelo NMIncite e The Nielsen Company. 63% afirmam que as classificações publicadas por consumidores são a principal origem de informações sobre produtos, enquanto 62% afirmam ser as análises de clientes. Sites de empresas ficaram em um distante terceiro lugar, citados por 50% dos entrevistados, seguidos por call centers (47%) e email (45%). Curiosamente, a página de empresas no Facebook (15%) e Twitter (7%) foram as menos citadas na pesquisa como fonte principal de informações sobre produtos.
A pesquisa da Performics entrevistou mais de 1000 pessoas que sejam usuárias ativas de redes sociais e que as tenham utilizado ao menos algumas vezes durante o processo de compras. Os dados foram coletados entre os dias 27/9/2011 à 4/10/2011.
Fonte: ecommercenews.com.br
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Mulheres: falta de auto-confiança pode atrapalhar
Por Silvia Balieiro
Numa pesquisa feita em diversas avaliações de desempenho, as especialistas em liderança Jill Flynn, Kathryn Heath, and Mary Davis Holt descobriram que a maior crítica que os homens fazem de suas colegas mulheres no trabalho é que elas têm baixa auto-confiança.
A constatação é reforçada pelo resultado de uma pesquisa feita pelo Instituto Europeu de Liderança e Gestão, que revelou que homens, em qualquer idade, são mais confiantes que as mulheres. Enquanto 70% afirmam ter alto nível de confiança, apenas 50% das mulheres dizer ter essa percepção. Além disso, metade das gestoras mulheres admitem que sentem dúvidas em relação à sua performance na carreira, mas apenas 31% dos homens tem esse mesmo tipo de sentimento.
Com base nas pesquisas e também na longa experiência como coaching, as especialistas listaram para o site da revista Harvard Business Review as quatro atitudes que atrapalham a carreira das mulheres:
Ser excessivamente modesta. Os homens mostram ter maior facilidade em tornar público o seu crédito por algum projeto de sucesso. Mulheres parecem acreditar que suas realizações devem falam por si e não se esforçam tanto para ganhar os louros das vitórias. Apesar de a modéstia ser uma característica bacana, é ingênuo acreditar que seu chefe, seus clientes ou seus colegas de trabalho irão reconhecer suas realizações se você estiver fora do radar.
Não pedir. Mulheres costumam perder promoções porque não se promovem e não pedem mais responsabilidade aos seus gestores. Pode parecer arriscado, mas não tem outro jeito. Não pedir significa que você pode perder a chance de ganhar um cargo maior.
Se misturar à multidão. Algumas mulheres fazem de tudo para não chamar a atenção. Elas não fazem perguntas e evitam fazer comentários em reuniões ou em elevadores por insegurança. Isso também pode atrapalhar uma possível promoção.
Permanecer em silêncio. Não é fácil ganhar a palavra durante reuniões, especialmente quando muitas pessoas disputam a atenção. Mas deixar de fazer seu comentário quando você tem algo relevante a dizer é perder a chance de entrar no jogo. Deixar o seu ponto de vista durante importantes discussões é essencial para sua carreira.
FONTE: Época Negócios (31/10/2011)
domingo, 23 de outubro de 2011
Conheça sua lição de vida
Para calcular sua lição de vida basta somar todos os números da data de nascimento e reduzi-los a um dígito.
Veja os significados, conforme a soma:
1 - Tenha coragem, liderança e pioneirismo. Eviste egoísmo e arrogância
2 - Tenha tolerância e paciência. Evite tornar-se burro de carga e emotividade excessiva.
3 - Saiba buscar satisfação pessoal e valorizar amizades. Evite intolerância e drama.
4 - Tenha persistência e disciplina. Evite inflexibilidade e avareza.
5 - Saiba lidar com a liberdade. Evite exageros e vícios.
6 - Tenha responsabilidade afetiva. Evite insensibilidade e ciúmes.
7 - Busque o autoconhecimento e controle mental. Evite solidão e hipocondria.
8 - Busque o equilíbrio entre o material e o espiritual. Evite autoritarismo e grosseria.
9 - Sua missão é a doação de si mesmo, desapego e perdão. Evite intolerância e orgulho.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Em busca do consumo consciente
Muitas pessoas querem ser ricas financeiramente porque acreditam que a riqueza vai permitir a elas comprarem o que quiserem.
Pra muitas dessas pessoas,
comprar o que quiser significa ter liberdade.
Significa não ser escravo de circunstâncias ou pessoas. Daí, ocorre um efeito interessante.
Obviamente, quando você tem a chance de comprar algo que lhe permita afirmar a si mesmo que você tem liberdade, então você vai comprar aquilo.
E sua conta vai ter menos dinheiro do que antes. E o ciclo vai continuar. Perpetuamente.
O seu inconsciente quer que você faça escolhas que te permita se sentir livre. É espantoso como a nossa mente funciona.
Se ser rico for mesmo comprar o que quiser para se ter a sensação de liberdade, então você estará sempre com a conta vazia, porque liberdade está associada ao ato da compra.
Na busca pela liberdade, milhões de pessoas (possivelmente bilhões) compram compulsivamente.
Na busca pela sensação de poder e riqueza, a maioria das pessoas compram
o que não querem com o dinheiro que elas não têm.
O banco soluciona o problema do "dinheiro que elas não têm" com a bela invenção dos empréstimos.
"Usura" é o nome desse jogo que os bancos jogam, e ele também tem um limite.
Foi mais ou menos essa a definição de riqueza que levou os Estados Unidos à sua situação atual. Péssima situação, com risco de calote global.
O sonho de liberdade americano é comprar escancaradamente.
E muitos outros países sofrem desse mesmo dogma. (Isso é praticamente uma entidade santa no inconsciente coletivo...)
O mundo está um perigo, e esse é um padrão que precisa ser quebrado.
Ser rico não é ter dinheiro para comprar qualquer coisa.
E poder comprar qualquer coisa não significa ser livre. Nem de longe. Ou pelo menos, não pode ser assim.
Porque, se for, o seu inconsciente vai estimular o ato da compra incessantemente, pra que você experiencie injeções de "sensação de liberdade", que resultará em viver de fato uma vida de dívidas financeiras.
E consequentemente, aprisionamento REAL.
Essa construção intelectual de liberdade através do ato da compra é um argumento retórico (manipulativo), criado por políticos americanos na época das Grandes Guerras Mundiais.
O rico tem dinheiro para comprar qualquer coisa? Sim.
O rico é rico porque quer comprar qualquer coisa? Não.
São coisas diferentes. E a diferença é GRITANTE.
As implicações comportamentais de idéias mal avaliadas são gigantescas.
Você pode, basicamente, se enfiar em um buraco por conta das definições que você mais ama.
E o amor às coisas erradas leva à decadência.
Por Rodrigo Santiago, life coach
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Você é...
Você é os brinquedos que brincou, as gírias que usava, você é os nervos a flor da pele no vestibular, os segredos que guardou, você é sua praia preferida, Garopaba, Maresias, Ipanema, você é o renascido depois do acidente que escapou, aquele amor atordoado que viveu, a conversa séria que teve um dia com seu pai, você é o que você lembra.
Você é a saudade que sente da sua mãe, o sonho desfeito quase no altar, a infância que você recorda, a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora, você é aquilo que foi amputado no passado, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que lhe arrancou lágrimas, você é o que você chora.
Você é o abraço inesperado, a força dada para o amigo que precisa, você é o pelo do braço que eriça, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta, você é as palavras ditas para ajudar, os gritos destrancados da garganta, os pedaços que junta, você é o orgasmo, a gargalhada, o beijo, você é o que você desnuda.
Você é a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, você é o desprezo pelo o que os outros mentem, o desapontamento com o governo, o ódio que tudo isso dá, você é aquele que rema, que cansado não desiste, você é a indignação com o lixo jogado do carro, a ardência da revolta, você é o que você queima.
Você é aquilo que reinvidica, o que consegue gerar através da sua verdade e da sua luta, você é os direitos que tem, os deveres que se obriga, você é a estrada por onde corre atrás, serpenteia, atalha, busca, você é o que você pleiteia.
Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê.
Você é o que ninguém vê.
Por Martha Medeiros
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
DDD (Dose Doce do Dia) :: Durma bem
Não se deixe enganar: ficar uma hora a mais acordado não significa que você terá uma hora a mais de produtividade. Na verdade, perder horas de sono está diretamente relacionado com a perda de foco e memória. Dormir é vital, por isso aqui estão três formas para aproveitar melhor sua noite de sono:
1. Limpe sua lista mental de afazeres. Escreva uma lista de tarefas inacabadas e problemas não resolvidos antes de se deitar. Coloque tudo num papel para que não ocupem espaço na sua mente fazendo você acordar no meio da noite.
2. Vá dormir mais cedo. Defina um horário para dormir e cumpra-o. Você poderá se sentir como uma criança, mas há uma razão para os pais colocarem as crianças cansadas na cama.
3. Relaxe. Dê a si mesmo 45 minutos de descanso antes de dormir. Beba um chá, leia um livro ou escute uma música.
1. Limpe sua lista mental de afazeres. Escreva uma lista de tarefas inacabadas e problemas não resolvidos antes de se deitar. Coloque tudo num papel para que não ocupem espaço na sua mente fazendo você acordar no meio da noite.
2. Vá dormir mais cedo. Defina um horário para dormir e cumpra-o. Você poderá se sentir como uma criança, mas há uma razão para os pais colocarem as crianças cansadas na cama.
3. Relaxe. Dê a si mesmo 45 minutos de descanso antes de dormir. Beba um chá, leia um livro ou escute uma música.
Por que eu tenho que mudar?
Simplesmente porque o mundo em que nós nascemos não é mais o mundo em que estamos vivendo. Estes são tempos de transição, instabilidade, renovação, inovação e de pluralidade.
Ao folhear uma revista, um jornal ou mesmo assistir televisão, nos deparamos diariamente com matérias ligadas direta ou indiretamente sobre mudança. Mais da metade dos livros de gestão, que foram publicados nos últimos três anos, têm a mudança inserida em seu título ou no subtítulo. Também não faltam seminários, palestras, cursos, encontros de marketing, de administração ou de RH sem que o tema mudança não seja tratado.
Em qualquer empresa, instituição ou mesmo na vida pessoal alguma coisa mudou, está mudando ou precisa mudar. As coisas mudam, as competências exigidas mudam, o ambiente externo torna-se menos favorável, você fica mais complacente e se acomoda. Rivais inesperados, tão ambiciosos quanto você já foi um dia, encontram um modo de alterar as regras e destruir criativamente as coisas que você fez para permanecer eternamente no mercado. Se quiser permanecer na onda de sucesso, você precisa mudar - ou não sobreviverá.
Segundo Max Gehringer, devemos aprender com as mulheres. Observe o exemplo delas em sua escalada no mundo dos negócios. Um levantamento feito em 400 empresas demonstrou que atualmente mais de 50% das empresas tem como sua principal executiva, uma mulher. Na década de 70 esse percentual era zero. Numa única geração, elas decidiram ser melhores do que haviam sido em toda a história, desde as cavernas. Essa lição vale para todos. Quando a gente acorda de manhã querendo ser o melhor, acaba conseguindo.
Mas mudar não é fácil.
Primeiro porque nos remete para fora da nossa zona de conforto, rumo ao desconhecido sem certezas e garantias de resultados, gerando assim medo e ansiedade.
Segundo porque a maioria das pessoas não tem a menor idéia do motivo pelo qual estão mudando, são apenas levados pelo fluxo da multidão.
Será que ainda não entendemos que as mudanças, hoje tão necessárias às empresas e à vida pessoal, para serem realmente eficazes devem passar por um processo de maturação lenta e gradual? E que essas mudanças serão oriundas da soma das pequenas mudanças diárias na forma de agir sobre comportamentos que, não repentinamente, mas aos poucos, alterará a mentalidade e as atitudes?
Mudar não se restringe simplesmente a acionar um botão de liga ou desliga, envolve um processo psicológico baseado em motivos pessoais. Isto é: só muda quem quer.
É importante agir cada um a seu ritmo, no ritmo que é possível naquele exato momento. Cada um precisa de tempos diferentes para decidir, para perceber claramente esse processo de mudança. É um processo que não se deve apressar ou forçar de fora, mesmo que pareça evidente a solução.
Podemos informar, dar nosso parâmetro, nosso apoio, mas não devemos induzir ninguém a decidir. A pessoa saberá quando é o momento dela. E se não souber, continuaremos apoiando-a, até que esse momento se descortine naturalmente frente aos olhos desta pessoa.
O homem, por medo do sofrimento, parece ter se rendido à vontade de não crescer, não envelhecer, não sentir dor, não se cansar, não se aborrecer.
Era o que Nietzsch pensava. "Crescer dói, descobrir dói, amar dói, se apaixonar dói muito".
Desafios e mudanças caminham junto com oportunidades e crescimento. Não aceitar mudanças pode significar bloquear seu futuro. Atualmente, quem se adapta às mudanças apenas sobrevive, para se sobressair temos que promover a mudança.
Viver é estar diante do eterno paradigma ameaças x oportunidades.
Toda mudança traz a semente do novo, do medo, do desconhecido, do ridículo, do falível. Mas por outro lado também traz a oportunidade da experimentação, da inovação, da vitória, do sucesso, da curiosidade, da espontaneidade e da originalidade.
Como diz um provérbio chinês, "Não se salta um precipício em dois laces".
O professor de lingüística da Universidade de Berkeley e um dos mais respeitados pensadores do mundo atual, George Lakoff defende a tese de que as pessoas só mudam suas idéias e postura de vida trocando um modelo mental por outro.
A Neurociência vem nos mostrando que os conceitos que estruturam nosso pensamento são construídos em sinapses no cérebro, explica ele. Para mudar um comportamento X, temos de construir outros modelos em nossa mente. Não basta simplesmente sermos apresentados a novos fatos se eles não fizerem sentido. Eles precisam ser absorvidos para compor um novo modelo mental, algo que só acontece se a pessoa estiver aberta a aprender. Daí ser tão importante estar sempre abastecendo o cérebro com novos conhecimentos de forma a deixá-lo preparado para o diferente.
Mas ainda assim é importante questionar os novos modelos antes de adotá-los. Manter a mente aberta não significa atirar-se ao que é novo só porque é novo. É preciso avaliar bem o momento de "pular o precipício".
E, recorrendo às palavras de Shakespeare, "A prudência é a melhor parte da ousadia". Senão corre-se o risco de cair na conversa de qualquer guru de plantão.
As pessoas simplesmente não enxergam que a vida recomeça a cada manhã e que, sim, tudo pode mudar!
Tudo começa pela humildade, admitindo que ninguém é dono da verdade, inclusive você, sendo assim temos sempre o que melhorar , seguindo o exemplo da filosofia Kaizen*.
Para isso, comece observando as pessoas ao seu redor, sejam profissionais de sua área, não necessariamente somente do seu ramo de atividade até empreendedores do terceiro setor desde que sejam considerados excelentes. Aprenda com as atitudes dos outros.
Busque conhecimento através de livros, revistas, artigos, cursos, palestras, internet enfim onde for possível. Mas lembre-se, existem dois pontos importantes a se considerar, o primeiro é que existe uma tendência em buscarmos conhecimento apenas em assuntos diretamente relacionados ao nosso ramo, profissão ou dia-a-dia e com isso perdendo muitas oportunidades de aprender lições fora da nossa área, por exemplo, se você é engenheiro, busque novos conhecimentos na área de filosofia, deste modo você consegue alterar a sua estrutura de pensamento e por sua vez re-elaborar seus modelos mentais.
O segundo ponto é que nenhum conhecimento é útil se não puder ser aplicado no seu dia-a-dia e com isso venha agregar valor ao seu cotidiano. Essa é uma questão que pode ser avaliada sob o prisma de tendências x pendências. Você sabe a diferença entre elas?
Tendência é o que eu ainda não sei, já pendência é aquilo que eu já sei, mas ainda não implementei.
Pare! Faça uma auto-análise. Quantas coisas você sabe e aprendeu, mas não aplica em sua vida? Com certeza você estudou, se formou, fez uma pós-graduação, concluiu MBA, talvez até um mestrado e um doutorado, já leu centenas, talvez até milhares de livros até agora, assistiu infinitas palestras, participou de dúzias de cursos e workshops. Enfim, sua bagagem de conhecimento é imensa, mas você está conseguindo implementáa-lo? Quanto deste conhecimento já está ultrapassado?
É possível conhecer alguma coisa de verdade ou só achamos que a conhecemos?
Esta é uma das questões mais antigas e mais duradouras da filosofia. Nem todos os filósofos concordam. Alguns acreditam que sim, podemos conhecer de verdade, outros que não. Dentre aqueles que acreditam que sim, temos duas correntes principais: o ceticismo e o dogmatismo. Já os niilistas acreditam que não.
O constante acúmulo de novas informações pode levar a uma mudança no seu conhecimento sobre o assunto. Você pode apenas acrescentar coisas novas ao seu arquivo mental, bem como pode fazer mudanças com elas. É possível que você passe então a acreditar em outras coisas. Isso significa que durante a sua vida, você verá seu conhecimento mudar, e com ele sua razão, ou seja, sua forma de pensar. Quem sabe você até não comece a ver as coisas por outro ângulo?
Conforme o pensamento muda, mudam os conhecimentos e assim mudam as verdades.
A própria verdade muda. Nem sempre o que um povo acha ser verdade é o mesmo que o outro acha. Nem sempre o que uma pessoa acha ser verdade a outra também acha. Mais ainda, nem sempre a verdade corresponde à realidade.
Se até a verdade muda porque você não haveria de mudar?
*Kaizen ('kai' significa, em japonês, mudança e 'zen' para melhor) é uma palavra de origem japonesa com o significado de melhoria contínua, gradual, na vida em geral (pessoal, familiar, social e no trabalho).
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/porque-eu-tenho-que-mudar/58555/
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/porque-eu-tenho-que-mudar/58555/
sábado, 24 de setembro de 2011
Os 10 sinais que indicam que sua carreira não anda bem
Ao longo da trajetória profissional, é preciso observar diversos aspectos para se certificar de que tudo está indo bem. Fazer reflexões de tempos em tempos, definir metas, objetivos e elaborar um plano de carreira são fundamentais para alcançar o sucesso.
Em algum momento da trajetória, no entanto, alguns sinais podem indicar que a sua carreira está com problemas e que talvez seja hora de mudar. De acordo com a consultora da DM Especialistas, Giuliana Hyppolito, embora isso seja mais frequênte com os mais jovens, pode ocorrer com qualquer profissional em qualquer momento da vida.
A principal orientação é constatar o mais rápido possível que não é isso que você quer fazer, assumir o desejo de mudar e elaborar o plano da virada. Isso é importante, pois, segundo Giuliana, muitos profissionais passam anos com dúvidas e, quando decidem tomar a decisão fazem de forma impulsiva, sem estratégia, o que pode gerar muita frustração.
Com isso em mente, observe os 10 sinais que indicam que pode ser a hora de mudar:
1- Quando as metas individuais não são atingidas - para conquistar uma carreira sustentável, é preciso que o profissional passe constantemente por um processo de avaliação das suas metas. Nesse sentido, quando se constata que as metas individuais não estão sendo atingidas e que falta de capacidade não é o problema, é possível que o profissional esteja diante de um sinal que indica que sua carreira não está bem.
Diversos fatores podem explicar por que o profissional não foi capaz de atingir suas metas, no entanto, quando isso se torna frequente e ano após ano não se observa melhora, o problema pode estar na carreira escolhida.
2- Insatisfação frequente em relação ao dia a dia – esta questão está diretamente ligada à motivação individual. Observe os fatores que afetam sua vontade de trabalhar. Se o salário está compatível, se você não vê seu chefe como um problema, se você tem oportunidade na empresa, mas mesmo assim existe uma insatisfação ao ir trabalhar, novamente, isso indica que há algo de errado.
Segundo Giuliana, por conta dessa insatisfação, o profissional começa a perder os prazos, passa a deixar os trabalhos em segundo plano. “Ele não abraça mais a causa da empresa”.
3- Novos interesses – é de se esperar que um profissional da área de finanças tenha muito mais interesse nos assuntos relacionados a essa área do que em qualquer outra. O problema é quando a área de marketing, de vendas ou até de recursos humanos começa a chamar muito a atenção deste profissional.
Observe que se interessar por outras áreas dentro da empresa não é negativo e pode até melhorar a performance do profissional dentro da sua área, por ajudá-lo a desenvolver uma visão holística. O fato é que, quando as demais área passam a ser mais interessantes e o profissional se aprofunda nos outros assuntos que não os referentes à sua área, é um sinal claro de que sua carreira precisa ser repensada.
4- O trabalho do outro é mais interessante – na mesma linha do item anterior, aqui o profissional passa a achar os projetos das outras áreas da empresa mais interessantes e até mesmo mais importantes para a organização. Giuliana alerta para esse tipo de avaliação, sugerindo que deve servir de alerta se o indivíduo achar que seu trabalho não tem tanto valor quanto o dos demais.
5- Esperando que as coisas mudem- Giuliana lembra que, mesmo com dúvidas, os profissionais ficam nas empresas e seguem o plano de carreira na esperança de que surjam oportunidades em que eles possam fazer o que realmente gostam. A sugestão é: se você já sabe que não é aquilo que o motiva, não insista na esperança de “um futuro diferente”, pois, na maioria das vezes, ele não acontece.
6- Perda da autoconfiança – quando a carreira não vai bem, os profissionais usualmente perdem a confiança em suas habilidades e competências. Surge então uma forte desconfiança em relação aos seus próprios conhecimentos. “O profissional começa a se sentir incapaz e consequentemente passa a errar mais”, observa Giuliana.
7- Projetos pessoais se sobressaem – é saudável e estimulante desenvolver projetos pessoas, separadamente daquilo que é feito no seu ambiente de trabalho. No entanto, quando uma atividade que sempre ficou em segundo lugar começa a dominar o pensamento e o interesse do profissional, pode ser um sinal de que a carreira precise de mudança.
8- Gaps comportamentais – mudanças de comportamento também são sinais claros de que talvez haja algo errado e, portanto, devem ser observadas. Giulina explica que um caso clássico de um sinal de que a carreira não anda bem é quando um profissional que nunca teve problema de relacionamento começa a brigar constantemente.
Outro desvio de comportamento é quando o colaborador se afasta da equipe e vai se tornando mais individualista. De forma geral, fique atento, caso apresente desvios de comportamento nunca antes observados.
9- Evita se envolver em assuntos profissionais - as pessoas passam a maior parte de seu tempo no trabalho. Faz sentido, portanto, as conversas que travam com amigos, parentes e colegas de trabalho estarem relacionadas ao trabalho que desenvolvem. O profissional que está passando por um processo de mudança vai tentar sempre fugir desse tipo de assunto.
Tudo que estiver ligado ao contexto corporativo não será mais do seu interesse, podendo até mostrar irritabilidade quando a conversa não toma outro rumo. Fique atento a esse sinal: ele pode estar indicando que é hora de mudar.
10- Feedbacks não fazem mais efeito - o objetivo principal do feedback é desenvolver o profissional. É o momento no qual as questão relacionadas à sua performance são levantadas e um plano corretivo é proposto. O mais interessado nesse momento é o próprio profissional, pois é a oportunidade de se desenvolver e crescer dentro da empresa.
Não se interessar pelo feedback é um claro sinal de que sua carreira não anda bem, já que carreiras em processo de desenvolvimento exigem esse retorno.
FONTE: http://www.tappnews.com.br/
Como dar feedback negativo adequadamente?
Mantenha suas emoções sob controle. Você não quer criticar as iniciativas de alguém quando está zangado ou transtornado. Provavelmente você vai acabar falando algo que não queria ou reagindo inadequadamente em relação a algo que é dito a você.
Encontre um local privado. Ninguém quer receber feedback negativo na frente dos outros. Algumas vezes isso é inevitável, mas isso deve ser a última saída. Faça uma reunião na sua sala, ou chame a pessoa numa sala de reunião disponível, ou ainda aproveite o refeitório se estiver vazio.
Foque nas ações dela, não na pessoa em si. Você cria uma barreira imediata quando critica o indivíduo. Ao invés disso, concentre-se naquilo que você quer mudar. Foque no desempenho dele.
Seja específico. Não é bom dizer para alguém “Você tem uma atitude inadequada”. Você precisa identificar ações específicas que a pessoa tomou ou coisas específicas que ela disse se quiser que ela entenda.
Seja oportuno. Feedback negativo deve ser dado assim que possível (logo após o incidente). Se você vê um funcionário ser grosso com um cliente, não espere até sua avaliação anual para dizê-lo. Quantos outros clientes ele terá tratado mal nesse meio tempo? Chame-o na sua sala imediatamente.
Fique calmo. Não fale alto e grite. A outra pessoa vai ficar na defensiva e não vai escutar o que você está tentando lhe dizer.
Reafirme sua confiança na pessoa. Isto reforça o passo 3, mas aqui você diz que ainda tem confiança nele como pessoa e em suas habilidades: é apenas o seu desempenho que você quer que ela mude. Diga algo do tipo “você é um bom representante de nossa área de atendimento ao cliente, portanto tenho certeza que você vê a necessidade de ser mais paciente com nossos clientes”.
Pare de falar. Depois de ter dito à pessoa que recentes ações (específicas) foram inapropriadas, e porquê, pare de falar. Dê a outra pessoa a chance de responder ou de refutar a sua afirmação. Ouça o que ele tem para dizer.
Defina positivamente os próximos passos. Acorde em que desempenho futuro é adequado para o funcionário. Se há coisas específicas que o funcionário precisa começar a fazer, ou parar de fazer, se assegure que elas foram claramente identificadas. Se há algo que você precisa fazer, talvez assignar um treinamento adicional para o funcionário, acorde isso também.
Siga em frente. Depois de ter dado o feedback negativo e acordado uma solução, siga em frente. Não cultive sentimentos de hostilidade com relação ao funcionário por causa do erro que ele cometeu. Não paire sobre eles com medo que possam cometer outro erro. Monitore seu desempenho da mesma forma que você faz com os demais funcionário (e não fique obcecado).
Dicas:
Dar feedback negativo nunca é fácil, mas se feito adequadamente não é desagradável.
O que você precisa:
- Um local privado.
- Uma mente calma.
- Paciência.
- Seu senso de humor
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